Após ser preso, governador italiano é acusado de falsificação

Autoridades locais apuram uma suposta gestão ilegal de aterros

11 mai 2024 - 08h45
(atualizado às 09h09)

O governador da região italiana da Ligúria, Giovanni Toti, também está sendo investigado por falsificação.

    A acusação teve início a partir dos documentos da apuração que abalou a Ligúria, colocando o político em prisão domiciliar.

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    De acordo com as autoridades locais, o suposto crime cometido por Toti estaria ligado à gestão ilegal de aterros sanitários na província de Savona.

    Pietro Colucci, um empresário da Campânia que comanda diversas empresas que lidam com resíduos, também entrou na mira dos procuradores por corrupção nesse caso.

    O político e jornalista é acusado de ter recebido 74,1 mil euros (R$ 405 mil) e promessas de financiamento dos empresários dos setores logístico e imobiliário Aldo e Roberto Spinelli, em troca de favores do poder público, incluindo a privatização de uma praia na costa lígure, a facilitação dos trâmites para a construção de um complexo imobiliário e a renovação da concessão de um terminal portuário em Gênova, capital da região. .

  
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