Com empresas cada vez mais abertas a modelos flexíveis de contratação e profissionais buscando novas formas de geração de renda, o trabalho freelancer e o regime de Pessoa Jurídica (PJ) ganharam espaço dentro mercado de trabalho brasileiro. No entanto, uma nova pesquisa indica que essa mudança nem sempre acontece por escolha.
Levantamento realizado pela HUG, empresa especializada em curadoria, alocação e desenvolvimento de profissionais de comunicação e marketing, mostra que boa parte dos trabalhadores ingressou no universo freelancer por necessidade, muitas vezes como resposta a dificuldades de recolocação ou à falta de oportunidades no mercado formal.
Metade dos freelancers começou por necessidade
Segundo a pesquisa, 50% dos entrevistados afirmam que ingressaram no modelo freelancer ou PJ por necessidade e continuam atuando dessa forma atualmente.
Outros 20,4% também entraram no mercado independente por necessidade, mas dizem que hoje permanecem nesse formato por escolha. Apenas uma parcela menor relatou ter planejado a migração para o trabalho autônomo desde o início da carreira.
O resultado sugere que, embora a flexibilidade e a autonomia sejam frequentemente associadas ao trabalho freelancer, a realidade de muitos profissionais começou com uma adaptação forçada às condições do mercado.
Para Gustavo Loureiro Gomes, fundador e CEO da HUG, o crescimento do modelo exige uma estrutura mais sólida tanto para empresas quanto para trabalhadores.
"Existe uma mudança importante ...Matérias relacionadas
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