E-Sports: nova regra regulamenta atuação de profissionais de educação física

Resolução do CONFEF define competências para preparação física, ergonomia e prevenção de lesões em atletas de esportes eletrônicos

12 ago 2026 - 12h58

O Conselho Federal de Educação Física (CONFEF) regulamentou o trabalho de educadores físicos na preparação de atletas de e-Sports. A medida afeta profissionais da saúde e jogadores, estabelecendo diretrizes para treinamentos físicos e cognitivos. A norma foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) em 12 de agosto de 2026, data em que entrou em vigor.

Foto: Imagem: gerada por IA / Portal Terra / TerrAI

A decisão reconhece o treinamento de esportes eletrônicos como uma prática que exige preparação motora e acompanhamento sistemático. A resolução acompanha o entendimento do Ministério do Esporte, que classifica a modalidade como um fenômeno esportivo, cultural e econômico no Brasil.

Publicidade

O que muda na prática para os atletas de e-Sports?

Com a nova regra, os jogadores passam a contar com profissionais de educação física para avaliações funcionais e prescrição de exercícios específicos. O foco principal da medida é reduzir os fatores de risco associados à permanência prolongada em postura estática durante os jogos.

O profissional de educação física será responsável por orientar pausas ativas, recuperação física e estratégias de ergonomia. A resolução abrange tanto jogadores amadores quanto profissionais, independentemente de participarem de competições presenciais ou virtuais.

A Resolução nº 636 define 9 competências específicas para os profissionais de educação física, segundo o Diário Oficial da União (2026).

Quais são as exigências para os profissionais de educação física?

O CONFEF recomenda que os educadores físicos busquem formação complementar em áreas como fisiologia, ergonomia, biomecânica e neurociência aplicada ao desempenho para atuar com os esportes eletrônicos de forma segura.

Publicidade

A atuação deve ocorrer de maneira integrada com equipes multidisciplinares. O texto oficial determina que o educador físico encaminhe o atleta a outros especialistas sempre que identificar necessidades fora de sua competência legal, como diagnósticos médicos ou tratamentos de lesões já instaladas.

Para apoiar a transição, o Conselho Federal de Educação Física estimulará o desenvolvimento de pesquisas, cursos de especialização e eventos científicos voltados à qualificação do atendimento a esse novo perfil de esportista.

Texto gerado com ajuda de Inteligência Artificial e editado pelo nosso time de jornalistas.
TAGS
Fique por dentro das principais notícias
Ativar notificações