Quaest/DF: Celina Leão (PP) tem 53% das intenções de voto e Leandro Grass (PT), 33% no 2º turno

12 out 2026 - 19h10
Resumo
Pesquisa Quaest aponta Celina Leão (PP) na liderança do 2º turno pelo governo do DF com 53% das intenções de voto, contra 33% de Leandro Grass (PT). Brancos, nulos e indecisos somam 14%. Com 88% dos eleitores convictos de sua escolha, o levantamento mostra que a aprovação positiva da gestão de Celina subiu para 39%. A pesquisa ouviu 1.104 pessoas entre 8 e 11 de outubro e possui margem de erro de três pontos porcentuais. A votação decisiva ocorre no dia 25 de outubro.

A governadora do Distrito Federal, Celina Leão (PP), tem 53% das intenções de voto no segundo turno da eleição para o governo do DF, ante 33% do candidato do PT, Leandro Grass, segundo pesquisa Quaest divulgada nesta segunda-feira, 12. Os votos em branco, nulos ou de eleitores que não pretendem votar somam 8%, enquanto 6% não sabem em quem votar. A margem de erro é de três pontos porcentuais, para mais ou para menos.

Segundo a Quaest, 88% dos eleitores entrevistados afirmam que a escolha do candidato é definitiva, enquanto 12% dizem que ainda podem mudar o voto até o dia da eleição. O segundo turno será realizado em 25 de outubro, quando os eleitores também escolherão o próximo presidente da República, na disputa entre Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

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A pesquisa ouviu 1.104 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 8 e 11 de outubro. O levantamento foi encomendado pela Globo, tem nível de confiança de 95% e está registrado na Justiça Eleitoral sob o número DF-08737/2026.

No primeiro turno, realizado em 4 de outubro, Celina recebeu 49,93% dos votos válidos, com 825.530 votos, enquanto Grass obteve 34,47%, com 569.930 votos.

Avaliação do governo

A pesquisa também mediu a avaliação da gestão de Celina Leão, que assumiu o governo do Distrito Federal em março deste ano, após a saída de Ibaneis Rocha (MDB). Para 39% dos entrevistados, a administração da governadora é ótima ou boa, ante 31% na pesquisa de 29 de setembro. A avaliação regular caiu de 36% para 30%, enquanto a parcela que considera a gestão ruim ou péssima recuou de 26% para 25%. Outros 6% não souberam responder, ante 7% no levantamento anterior.

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