As pesquisas Atlas e Quaest mostram disputa acirrada pelo governo da Bahia entre Jerônimo Rodrigues (PT) e ACM Neto (União Brasil). Na sondagem Atlas, o atual governador tem 51,5% dos votos válidos contra 47,4% do ex-prefeito de Salvador. Pela Quaest, Jerônimo lidera com 52% ante 48% de ACM, indicando empate técnico no limite da margem de erro de dois pontos percentuais. Os outros concorrentes não superam 1% dos votos válidos nos levantamentos.
As pesquisas Atlas e Quaest divulgadas neste sábado, 3, mostram uma disputa acirrada pelo governo da Bahia entre o incumbente Jerônimo Rodrigues (PT) e o ex-prefeito de Salvador ACM Neto (União Brasil).
Atlas
Na pesquisa Atlas/A Tarde, o atual governador marca 51,5% dos votos válidos no primeiro turno, enquanto o ex-prefeito de Salvador registra 47,4%.
Na sequência, com menos de 1% dos votos, estão tão Ariel Capistrano (DC) e Ronaldo Mansur (PSOL), ambos com 0,4% dos votos válidos, e Maria Bona, do PCO, com 0,3%. Aroldo Félix, da UP, não pontuou na pesquisa. A margem de erro do levantamento é de dois pontos porcentuais para mais ou para menos.
- Jerônimo Rodrigues (PT): 51,5%
- ACM Neto (União): 47,4%
- Ariel Capistrano (DC): 0,4%
- Ronaldo Mansur (PSOL): 0,4%
- Maria Bona (PCO): 0,3%
- Aroldo Félix (UP): 0,0%
Quaest
Já Quaest, Jerônimo tem 52% dos votos válidos no primeiro turno, enquanto ACM aparece com 48%. Considerando a margem de erro do levantamento, de dois pontos porcentuais para mais ou para menos, os dois estão tecnicamente empatados no limite da margem. Confira os números:
- Jerônimo Rodrigues (PT): 52%
- ACM Neto (União Brasil): 48%
- Ariel Capistrano (DC): 0%
- Aroldo Felix (UP): 0%
- Maria Bona (PCO): 0%
- Ronaldo Mansur (PSOL): 0%
Para calcular os votos válidos, a Quaest utiliza o modelo de likely voter - "eleitor provável", em tradução livre. Além de excluir os votos brancos, nulos e abstenções, a pesquisa analisa a probabilidade dos entrevistados em ir às urnas no domingo. São avaliadas variáveis como o perfil de votação de cada região do País e o nível de engajamento dos eleitores com os candidatos em que declaram voto.
As pesquisas eleitorais não devem ser vistas como uma tentativa de prever o resultado final das urnas, pois o contexto político é dinâmico e o voto dos eleitores é influenciado por fatores que os levantamentos muitas vezes não conseguem captar. A premissa básica é enxergá-los como uma fotografia do cenário político atual.