Marina Silva: Discurso que Lula fez na ONU requer coragem e valentia; Trump é autoritário

22 set 2026 - 19h43
Resumo
Marina Silva elogiou o discurso de Lula na Assembleia Geral da ONU, classificando-o como corajoso e histórico por afirmar a soberania do Brasil perante potências bélicas. Ao criticar Donald Trump como autoritário e negacionista, a candidata ao Senado reforçou que o país não aceita submissão aos Estados Unidos. Além disso, Marina defendeu o abandono gradual dos combustíveis fósseis em prol do meio ambiente e alertou para a urgência de se enfrentar o poder das grandes empresas de tecnologia americanas.

A candidata ao Senado Marina Silva (Rede) elogiou nesta terça-feira, 22, o discurso feito pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) durante Assembleia Geral da ONU nos Estados Unidos. Ela disse que foi um discurso que requer "coragem e valentia" e também chamou o atual presidente dos Estados Unidos, Donald Trump de "autoritário e negacionista".

"É aquela coragem que precisamos, que, mesmo sabendo que não há igualdade de meios para enfrentar o adversário, principalmente quando se trata de uma potência bélica, como é o caso dos Estados Unidos", disse Marina, ao discursar durante plenária de mobilização do PT em São Paulo. "Temos que pegar aquele discurso e guardá-lo como documento histórico", disse Marina.

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Nesse sentido, a ex-ministra do Meio Ambiente retomou a fala de Lula de que o Brasil "não cabe" no quintal de ninguém, em referência aos EUA. "Mesmo diante de adversidades, é preciso alguém que diga que nós não queremos porta aviões fiscalizando os nossos oceanos", destacou.

Durante a fala, Marina também retomou o discurso de defesa do Meio Ambiente, dizendo que é preciso "sair do caminho" do uso dos combustíveis fósseis. Ela também chamou a atenção para a necessidade de enfrentar as chamadas big techs, que se concentram nos EUA.

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