Lula diz que País não aceita político vira-lata e acusa Eduardo de pedir intervenção de Trump

16 set 2026 - 22h09
Resumo
Em comício no DF, o presidente Lula afirmou que o Brasil rejeita políticos subservientes e acusou Eduardo Bolsonaro de tentar articular, a mando de Flávio Bolsonaro, uma intervenção de Donald Trump nas eleições. Lula declarou que pedirá ao líder americano, na ONU, que não interfira no pleito. O petista também criticou Flávio pela defesa da privatização de praias e atacou a chapa bolsonarista ao Senado no DF, formada por Bia Kicis e Michelle Bolsonaro, por nomearem parentes como suplentes.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, afirmou em comício em Ceilândia (DF), na noite desta quarta-feira, 16, que o País não aceita políticos que agem como vira-latas. O presidente também acusou, sem provas, que o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) está nos Estados Unidos para tentar fazer com que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, interfira nas eleições.

"Esse País não comporta político vira-lata. Esse País não comporta político que, de dia, mostra a bandeira nacional e, de noite, vai ficar de quatro para os Estados Unidos com a bandeira americana", disse Lula. Segundo o presidente, Eduardo está atuando a mando do principal opositor dele, o senador e candidato do PL à Presidência, Flávio Bolsonaro.

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O presidente também disse que irá se encontrar com Trump na próxima terça-feira, 22, na reunião da Assembleia-Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) e falará para o americano não interferir nas eleições do Brasil.

Lula atacou Flávio, durante o comício, afirmando que ele representa um grupo político que defende a privatização de praias. O presidente também disparou contra a chapa bolsonarista ao Senado pelo DF, formado pela deputada federal Bia Kicis (PL) e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL). "Uma escolheu o irmão e a outra o filho de suplente", afirmou.

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