Greca anuncia que comporá chapa de Sandro Alex no Paraná, após dizer que 'não seria vice de ninguém'

Ex-prefeito de Curitiba sela aliança com candidato de Ratinho Júnior após dizer que não seria vice dele

31 jul 2026 - 17h24

O ex-prefeito de Curitiba Rafael Greca (MDB) anunciou nesta sexta-feira, 31, que desistiu da pré-candidatura ao governo do Paraná, passando a ser vice na chapa do deputado federal Sandro Alex, do PSD, que é o nome indicado pelo governador Ratinho Júnior (PSD) para sucedê-lo. A decisão ocorre após Greca ter negado que se aliaria ao pessedista.

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Segundo pesquisa Genial/Quaest sobre o cenário eleitoral do Paraná divulgada nesta segunda-feira, 27, o senador Sérgio Moro (PL) e o deputado estadual Requião Filho (PDT) são os nomes com mais intenções de voto nos cenários de primeiro turno. Alex e Greca vêm na sequência.

Sandro Alex ao lado de Rafael Greca no anúncio da composição da chapa
Sandro Alex ao lado de Rafael Greca no anúncio da composição da chapa
Foto: PSD/Divulgação / Estadão

No PSD, Greca era um dos cotados para a sucessão de Ratinho Júnior. Ao perder espaço na disputa pela indicação, deixou a sigla em março deste ano, filiando-se ao MDB e anunciando uma pré-candidatura própria ao Palácio Iguaçu, sede do governo paranaense.

Greca negou que recuaria da pré-campanha em mais de uma ocasião. Em 23 de junho, em entrevista ao portal XV Curitiba, Greca afirmou que ser vice de Sandro Alex seria "uma negação" de sua história. "Tivesse ele o currículo que eu tenho, eu aceitaria. Não é uma questão de orgulho. É uma questão de experiência e de competência", afirmou o ex-prefeito.

No inicio do mês seguinte, Greca reafirmou a pré-candidatura ao governo estadual em uma publicação nas redes sociais. "Não vou ser vice de ninguém", disse o emedebista.

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Rafael Greca, ex-prefeito de Curitiba, postou nas redes que não seria vice de ninguém, mas voltou atrás
Foto: Reprodução / Estadão

Com o MDB de Greca, o PSD de Ratinho ampliou seu arco de alianças para a disputa local. O grupo do governador também se aliou à federação entre União Brasil e Progressistas, o que forçou a ida do senador Sérgio Moro para o PL.

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