Flávio: Lula quer regime comunista ditatorial e não tem condições psiquiátricas de continuar

19 set 2026 - 19h54
Resumo
Em comício em Chapecó (SC), o candidato à presidência Flávio Bolsonaro (PL) atacou Luiz Inácio Lula da Silva (PT), afirmando que o petista quer impor um "regime comunista ditatorial" e não possui "condições psiquiátricas" para governar o país. Flávio chamou o adversário de desequilibrado, classificou sua gestão como um perigo para o agronegócio e a segurança alimentar, e cumpriu agenda no estado ao lado de aliados como Jorginho Mello, Carlos Bolsonaro e Caroline de Toni.

O candidato do PL à presidência da República, Flávio Bolsonaro, acusou o adversário Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de querer "implementar um regime comunista ditatorial" e de não ter "condições psiquiátricas" para continuar no cargo. As declarações ocorreram em comício no município de Chapecó (SC), neste sábado, 19.

"Mais do que o desespero, bateu nele um completo desequilíbrio. Ele voltou a ser aquele Lula da década de 90, um sindicalista que fala bobagem todo dia", disse Flávio, diante dos apoiadores. O candidato prosseguiu: "Aquela pessoa com ideias velhas, ideias atrasadas, que está com a fixação por implementar um regime no Brasil. Não um regime da canetinha de Ozempic, mas um regime comunista, ditatorial".

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O senador do PL também afirmou que o "governo atrasado" de Lula "virou um perigo" para o agronegócio e para a segurança alimentar. "É um cara que perdeu completamente a noção do que ele está falando. O Lula não tem mais condições psiquiátricas de continuar presidindo este Brasil", disse Flávio.

O candidato do PL fez agendas em Santa Catarina com a companhia do candidato à reeleição para governador, Jorginho Mello (PL), e dos candidatos ao Senado, Carlos Bolsonaro (PL) e Caroline de Toni (PL). Mais cedo, Flávio esteve no município de Joinville (SC).

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