Flávio diz que, após eleito, não brigará com Lula, mas tentará pacificação do Brasil

8 out 2026 - 22h14
Resumo
O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) declarou que, se for eleito, deixará as disputas com o presidente Lula no passado e atuará pela pacificação do Brasil, afirmando ser o único capaz de encerrar o conflito. O posicionamento, contudo, contrasta com o histórico de ofensas diárias que ele próprio direciona ao rival petista, a quem ainda pediu que desista de concorrer no segundo turno.

O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) afirmou nesta quinta-feira, 8, que, se eleito, não vai querer mais brigar com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), mas olhará "para frente" e trabalhará pela pacificação do Brasil.

"Vou pacificar este País. Sou a única pessoa com condições para pacificar. Quando um não quer, dois não brigam. Estou de um lado e Lula está de outro. Quando eu assumir o governo, não vou querer brigar com ele, vou querer olhar para frente, vai acabar a confusão", declarou, durante transmissão em seu canal no YouTube.

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A declaração contrasta com as críticas diárias que Flávio tem feito contra Lula, a quem já chamou de "Opala Velho", "pinguço" e "vagabundo de nove dedos".

Pouco antes, na live, Flávio pediu para que o petista desista de disputar o segundo turno. "Daqui a pouco, até Lula declarará apoio em mim. Ele sabe que não tem condição de arrumar o País. Daqui a pouco, ele fará propaganda: Para salvar País, vote em Flávio Bolsonaro. Será muito bem-vindo. Se quiser desistir agora, Lula. Não falo com soberba, mas com indignação com o que fez pelo País", falou.

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