Neto é preso suspeito de matar a avó com cacos de garrafa no Maranhão

Vítima chegou a ser socorrida; Polícia Civil investiga as circunstâncias e a motivação do crime.

1 out 2026 - 16h12
(atualizado às 16h29)
Resumo
Matheus de Sousa Barros, de 21 anos, foi preso em flagrante em Esperantinópolis, Maranhão, suspeito de matar a própria avó, Erlinda Pereira de Souza, com golpes de cacos de garrafa de vidro. A vítima foi atingida no pescoço e nas costelas e não resistiu aos ferimentos. Autuado por feminicídio, o jovem está à disposição da Justiça, enquanto a Polícia Civil investiga a motivação do crime, apurando se o ataque ocorreu após uma discussão motivada por um pedido de dinheiro para a compra de drogas.

Erlinda Pereira de Souza morreu após ser atacada com cacos de uma garrafa de vidro em Esperantinópolis, no interior do Maranhão. O neto dela, Matheus de Sousa Barros, de 21 anos, foi preso em flagrante sob suspeita de cometer o crime, ocorrido na terça-feira, 29 de setembro, no bairro Alto do Jatay.

Matheus de Sousa Barros e Erlinda Pereira de Souza.
Matheus de Sousa Barros e Erlinda Pereira de Souza.
Foto: Reprodução/Redes sociais / Portal de Prefeitura

Segundo a Polícia Civil, a vítima sofreu ferimentos no pescoço e nas costelas. Ela recebeu socorro e foi encaminhada a uma unidade de saúde do município, mas não resistiu.

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Uma equipe da Polícia Militar prendeu o jovem e o apresentou na Delegacia Regional de Pedreiras. Ele foi autuado por feminicídio e permanece à disposição da Justiça.

Motivação está sob investigação

A Polícia Civil instaurou um inquérito para esclarecer a dinâmica do ataque. Entre as hipóteses investigadas está uma discussão relacionada a um pedido de dinheiro para comprar drogas.

Essa possibilidade aparece nas informações preliminares da ocorrência e ainda depende de apuração. A motivação não foi confirmada pelas autoridades.

Como denunciar violência contra mulheres

A Central de Atendimento à Mulher, pelo telefone 180, recebe denúncias e oferece orientação sobre direitos e serviços de proteção. O atendimento é gratuito e funciona durante 24 horas, todos os dias da semana, incluindo sábados, domingos e feriados.

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As denúncias registradas são encaminhadas aos órgãos competentes. O serviço também permite buscar informações sobre a rede de atendimento às mulheres, que reúne unidades especializadas e locais de acolhimento.

Em situações de emergência, quando uma agressão está acontecendo ou há necessidade de intervenção imediata, a orientação é acionar a Polícia Militar pelo 190. O número é diferente do canal de orientação e encaminhamento de denúncias: sua finalidade é solicitar socorro policial rápido.

Além do atendimento telefônico, o Ligue 180 disponibiliza o e-mail central180@mulheres.gov.br. Há também atendimento em Libras por videochamada, acessível pelo portal do Ministério das Mulheres. Esses canais ampliam as possibilidades de acesso ao serviço para quem precisa de orientação ou deseja comunicar uma situação de violência.

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