Saiba como será a mobilização organizada pacificamente entre integrantes de facções nos presídios gaúchos

A fonte também afirma que a mobilização seria uma tentativa de abrir diálogo com a administração do sistema penitenciário sobre essas demandas

6 mar 2026 - 19h33

Uma possível mobilização envolvendo detentos de presídios do Rio Grande do Sul vem sendo discutida nos bastidores do sistema penitenciário. Segundo uma fonte que procurou a reportagem do Porto Alegre 24 Horas, presos de diferentes unidades estariam organizando uma greve de fome como forma de protesto contra mudanças recentes adotadas nas rotinas das casas prisionais do Estado.

Foto: Rodrigo Borba / Porto Alegre 24 horas

De acordo com o relato encaminhado à reportagem, a mobilização teria caráter de protesto pacífico e buscaria chamar a atenção das autoridades para uma série de reivindicações relacionadas às condições dentro do sistema prisional e às novas regras implementadas.

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Ainda conforme a fonte, as principais reivindicações apresentadas pelos detentos seriam:

Revisão das novas regras de visitação, que passaram a prever visitas com tempo reduzido e em cabines específicas, mediante agendamento prévio em aplicativo.

Ampliação do tempo de visitas familiares, que antes ocorreria diretamente nas celas em algumas unidades, segundo o relato recebido pela reportagem.

Melhorias na alimentação fornecida nas casas prisionais, com pedidos de revisão na quantidade e qualidade das refeições servidas aos detentos.

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Garantia de acesso a água potável nas unidades, já que, conforme a fonte, haveria reclamações sobre o abastecimento em algumas casas prisionais.

Liberação ou revisão das regras para entrada de itens levados por familiares, como alimentos, materiais de higiene e produtos de limpeza.

Devolução ou reposição de equipamentos permitidos nas celas, como televisores, ventiladores e rádios, que teriam sido recolhidos durante operações internas.

Melhor acesso a medicamentos e atendimento de saúde, segundo a fonte que procurou a reportagem.

A fonte também afirma que a mobilização seria uma tentativa de abrir diálogo com a administração do sistema penitenciário sobre essas demandas.

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