Polícia Civil intercepta carregadores de fuzil enviados do Noroeste gaúcho para a Rocinha, no RJ

A Polícia Civil interceptou uma remessa contendo 40 carregadores para fuzis calibre AK-47 despachada do município de Santa Rosa, no Noroeste do Rio Grande do Sul, com destino à comunidade da Rocinha, na Zona Sul do Rio de Janeiro. A ação foi deflagrada pela Delegacia Especializada em Armas, Munições e Explosivos (Desarme), impedindo que o […]

31 out 2026 - 10h31
Resumo
A Polícia Civil interceptou 40 carregadores de fuzil AK-47 enviados por encomenda postal de Santa Rosa (RS) para a favela da Rocinha (RJ). O material bélico entrou no Brasil pela Argentina e foi monitorado por agentes da Desarme até a apreensão. Em cumprimento a mandado de busca na cidade gaúcha de origem, os policiais ainda apreenderam comprimidos de ecstasy em um imóvel ligado aos suspeitos. Os investigados responderão por tráfico de drogas e descaminho, enquanto a polícia busca outros envolvidos.

A Polícia Civil interceptou uma remessa contendo 40 carregadores para fuzis calibre AK-47 despachada do município de Santa Rosa, no Noroeste do Rio Grande do Sul, com destino à comunidade da Rocinha, na Zona Sul do Rio de Janeiro. A ação foi deflagrada pela Delegacia Especializada em Armas, Munições e Explosivos (Desarme), impedindo que o material bélico chegasse aos destinatários finais na capital fluminense.

Conforme a investigação policial, os acessórios foram introduzidos em território nacional a partir da Argentina. Para tentar despistar a fiscalização e a vigilância das autoridades, o grupo utilizou o sistema de encomendas postais. Os agentes identificaram a postagem suspeita ainda na origem e monitoraram o itinerário até consumar a apreensão da carga.

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Mandado de busca e apreensão de entorpecentes

Na sequência da interceptação postal, policiais civis deram cumprimento a um mandado de busca e apreensão em um imóvel diretamente ligado aos suspeitos, localizado em Santa Rosa. No endereço, os policiais localizaram e apreenderam porções de comprimidos da droga sintética ecstasy.

Os alvos identificados na investigação responderão criminalmente pelos crimes de tráfico de drogas e descaminho (além de eventuais tipificações conexas relativas ao comércio clandestino de componentes de armamento). As equipes especializadas analisam os aparelhos e documentos retidos na diligência para rastrear outros envolvidos no esquema e mapear conexões operacionais entre receptadores no Rio de Janeiro e intermediários na fronteira oeste do Estado.

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