Catarina de Moura namorou Gabriel Ganley em dois períodos: em 2024, quando ele se dedicava ao fisiculturismo natural, e em 2025, após passar a utilizar anabolizantes injetáveis. Segundo ela, as mudanças no corpo do rapaz aconteceram rapidamente, o que a deixou bastante surpresa.
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“Quando a gente voltou, ele tinha conquistado muitas coisas. Ele estava maior. Então, eu fiquei assim, chocada, muito feliz, claro, mas chocada [com o tamanho dele]”, contou Catarina em entrevista ao Fantástico (Globo), exibida no domingo, 31.
De acordo com ela, Gabriel havia mudado bastante fisicamente, mas mantinha a mesma essência, o que contribuiu para o avanço do relacionamento. “Eu estava acostumada com um menino magrinho e com a vozinha de bebezinho e, de repente, ele já era um homem, com bigode, barba, grande. Eu achei ele muito diferente, mas com a mesma essência, sabe?”.
O fisiculturista foi encontrado morto no apartamento onde morava, na Mooca, zona leste de São Paulo. Em laudo inicial, o Instituto Médico Legal (IML) apontou que Gabriel teve uma morte súbita provocada por um problema cardíaco. A polícia aguarda o laudo definitivo, que incluirá o resultado do exame toxicológico.
Independentemente do ocorrido, Catarina de Moura acredita que a vida e a carreira de Gabriel Ganley foram interrompidas de forma trágica. Para ela, agora resta preservar a memória da pessoa que o namorado foi.
“Só queria mesmo que ele fosse lembrado por todo mundo como esse menino batalhador, sonhador, que sempre foi atrás dos sonhos dele e que dava o sangue dele em tudo.”