Advogado de PM acusado pelas mortes da família Aguiar deixa a defesa do caso

Apesar das investigações e das acusações formalizadas pelo Ministério Público, os corpos das três vítimas ainda não foram localizados pelas autoridades

23 jun 2026 - 09h11

O policial militar Cristiano Domingues Francisco, de 39 anos, réu pelo desaparecimento e morte da família Aguiar, em Cachoeirinha, terá de constituir uma nova defesa no processo. A determinação foi feita pela Justiça após o advogado Jeverson Barcellos comunicar, nesta segunda-feira (22), que deixou de representar o acusado. Segundo o defensor, sua atuação estava restrita à fase do inquérito policial. Cristiano foi intimado a apresentar um novo advogado no prazo de dez dias ou optar pelo atendimento da Defensoria Pública do Estado.

Foto: Reprodução / Porto Alegre 24 horas

Cristiano responde pelos crimes de homicídio, ocultação de cadáver, falsidade ideológica, fraude processual, furto, associação criminosa e abandono de incapaz. Ele está preso desde 10 de fevereiro e se tornou réu em maio deste ano. O caso envolve o desaparecimento de Silvana de Aguiar, de 48 anos, e de seus pais, Isail Vieira de Aguiar, de 69, e Dalmira Germann de Aguiar, de 70, vistos pela última vez nos dias 24 e 25 de janeiro.

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Além de Cristiano, a esposa dele, Milena Tainá Ruppenthal Domingues, e o irmão, Wagner Domingues Francisco, também respondem à Justiça por suposto envolvimento no caso. Apesar das investigações e das acusações formalizadas pelo Ministério Público, os corpos das três vítimas ainda não foram localizados pelas autoridades.

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