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Cheio de caras novas, Vasco estreia no Carioca diante do Volta Redonda

Zé Ricardo terá à disposição nove dos doze reforços de 2022 para a sua reestreia no comando do Cruz-Maltino. Vitinho, Matheus Barbosa, Galarza e Getúlio serão os desfalques

26 jan 2022 08h38
| atualizado às 09h42
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Depois de uma pífia campanha na Série B 2021, o Vasco inicia a nova temporada com um elenco recheado de caras novas. O técnico Zé Ricardo poderá contar com nove dos doze reforços diante do Volta Redonda, às 19h, desta quarta. Ainda à procura de novos nomes para encorpar o time, o comandante terá a tarefa de buscar o entrosamento de seus atletas dentro do estilo de jogo proposto.

Zé Ricardo fará a sua reestreia como técnico do Vasco da Gama (Foto: Rafael Ribeiro / Vasco)
Zé Ricardo fará a sua reestreia como técnico do Vasco da Gama (Foto: Rafael Ribeiro / Vasco)
Foto: Lance!

O Estadual irá servir para dar ritmo de jogo a um time com muitos jogadores novos, que ainda precisam estabelecer conexões em campo. Um grupo totalmente diferente daquele que encerrou a temporada passada no dia 28 de novembro, contra o Londrina. O ideal é tirar o melhor proveito neste sentido para chegar forte na Série B.

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Para o duelo desta quarta, Zé Ricardo não terá a presença de quatro jogadores importantes do elenco. Getúlio e Matheus Barbosa não foram registrados no tempo estipulado (chegaram na data prevista) e só devem estar aptos contra o Boavista, no sábado. O meio-campista Vitinho teve uma lesão no tendão retofemoral direito e será reavaliado diariamente pelo Departamento Médico.

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O reserva imediato no meio de campo seria o jovem Matías Galarza. O novo contrato do paraguaio, porém, também não foi regularizado a tempo da estreia. O que tira o volante da partida contra o Voltaço e faz com que o treinador modifique uma peça dentro do esquema que planejou para iniciar a temporada.

A tendência é que Gabriel Pec seja o substituto de Vitinho e atue na frente com Bruno Nazário e Raniel. No meio, Juninho deve jogar mais recuado ao lado do volante Yuri com Nenê mais à frente na organização do meio de campo. Um setor com nomes novos, que terão a chance de fazer com que o torcedor esqueça o fracasso de 2021 e crie esperança no time de operários.

O termo foi utilizado durante a coletiva de Zé Ricardo, nesta última terça-feira. De acordo com a visão do comandante, o Vasco precisa dessa vibração neste momento de reconstrução. Ele relembrou que em 2018, a equipe da Cruz de Malta também era o "patinho feio" da competição e chegou à final. O grupo tem que saber da grandeza centenária do clube, mas também reconhecer o período de transição.

- Por mais que a gente não queira reconhecer, esse é o retrato atual. Precisamos saber onde estamos, uma reconstrução. Não podemos esquecer em momento algum quem somos. O Vasco tem muita tradição no Carioca. Em 2018 o Vasco também não tinha uma equipe que esperava chegar à final, mas chegamos - disse Zé Ricardo, e completou:

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- Ser ou não ser o patinho feio, não é que incomode, mas tem que servir como combustível. De forma nenhuma o Vasco vai desrespeitar alguém, mas vamos jogar com a camisa pesada. Essa é a força que uma equipe centenária tem - finalizou.

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