São Paulo pode sofrer novo transfer ban; entenda

Clube se movimenta no mercado e não descarta vender jogadores

12 ago 2026 - 19h17
(atualizado às 22h53)

O São Paulo pode sofrer um novo transfer ban. A ANRESF (Agência Nacional de Regulação e Sustentabilidade do Futebol) deu prazo de 45 dias para o clube pagar R$ 1,1 milhão ao Novorizontino. A dívida foi contraída pela contratação do meio-campista Djhordney.

Foto: Divulgação
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Foto: Divulgação / RTI Esporte

O clube firmou acordo com a equipe do interior paulista e acertou que a contratação do jogador seria paga em cinco parcelas de R$ 200 mil. Contudo, não pagou nenhuma parcela e disse não ter como quitar a dívida no momento. Com isso, a Agência Nacional de Regulação e Sustentabilidade do Futebol determinou o prazo para o pagamento e aplicou juros.

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Vale lembrar que o Tricolor derrubou recentemente um transfer ban imposto pela FIFA, pelo não pagamento à Lazio, da Itália, pela contratação de Marcos Antônio. O clube teve que pagar 1,50 milhão de euros (R$ 6,08 milhões na cotação atual) para derrubar a punição.

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Com a punição em andamento, o São Paulo teve dificuldades para inscrever o zagueiro Domingos Duarte e o lateral-esquerdo Iago, contratados nesta janela de transferências. O detalhe é que a próxima possível punição será imposta em 45 dias; nesse período, a janela de transferência já estará fechada.

O prazo final para contratar novos jogadores se encerra no dia 11 de setembro. Com isso, se for punido novamente com transfer ban, teoricamente, o São Paulo não será afetado com a proibição de inscrever reforços para a temporada.

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São Paulo terá de vender jogador para equilibrar as contas

Contudo, a direção do clube se movimenta nos bastidores para quitar a dívida com a equipe do interior antes do prazo final imposto pela Agência Nacional de Regulação e Sustentabilidade do Futebol. Mas, até o momento, o clube não conta com o valor para pagar o débito.

A direção do São Paulo aguarda a movimentação no mercado da bola e espera finalizar a venda de jogadores do elenco para fazer caixa. Internamente, a direção entende que, no momento, esse é o único caminho para quitar essa e outras dívidas.

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