São Paulo: Marcelo Portugal Gouvêa lança candidatura de oposição

Candidato é filho de ex-presidente do clube

7 out 2026 - 01h02
(atualizado às 01h02)
Resumo
Marcelo Portugal Gouvêa lançou a chapa de oposição "São Paulo de Volta" para a presidência do São Paulo no triênio 2027/2029, ao lado de Eduardo Alfano Vieira e Fábio Mariz de Oliveira. Apoiado por grupos como "Salve o Tricolor Paulista", o advogado e conselheiro vitalício criticou a crise financeira e institucional do clube, alertando para a dívida superior a R$ 1 bilhão. Como meta, ele defende a profissionalização da gestão e reformas estatutárias para recuperar o futuro do Tricolor.

Marcelo Portugal Gouvêa lançou nesta terça-feira, 6, a chapa "São Paulo de Volta" em evento que contou com a presença de conselheiros, ex-jogadores e torcedores. Marcelo será o candidato da oposição na eleição do São Paulo, que acontece no final do ano, visando o triênio 2027/2029.

Foto: Imagem / Reprodução
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Foto: Imagem / Reprodução / RTI Esporte

A chapa contará com Eduardo Alfano Vieira, como vice-presidente, e Fábio Mariz de Oliveira, como presidente do Conselho Deliberativo. A coalizão da oposição conta com o apoio dos grupos "Salve o Tricolor Paulista", "Novo São Paulo" e "Força São Paulo".

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Marcelo Portugal Gouvêa foi eleito para o Conselho em 2008. Ele se tornou vitalício em 2014. Gouvêa tem 44 anos, é advogado e filho de Marcelo Figueiredo Portugal Gouvêa, que foi presidente do São Paulo de 2002 a 2006.

"É a maior missão da minha vida. Estamos em um dos dois piores momentos. Só 1935 pode ser comparado a hoje. Não faz jus ao São Paulo que aprendemos a amar. Crise institucional, financeira e desportiva. Impeachment, renúncia, acusação e expulsão do clube. Tudo em um ano. O inexplicável aconteceu no clube", disse Marcelo Portugal Gouvêa.

Marcelo Portugal Gouvêa defende mudanças no São Paulo

O candidato de oposição destacou o momento delicado vivido pelo clube. Marcelo Portugal Gouvêa defendeu a reforma no estatuto do clube.

"Uma dívida que já ultrapassa R$ 1 bilhão, uma dívida que dobrou de 2021 e é pior, de curto prazo. Por isso, encaramos esse desafio sabendo que a situação é muito ruim, mas é reversível. Talvez seja a última chance do São Paulo. Encaramos com responsabilidade e dever, mas, para isso, precisamos reformar o São Paulo. Romper a administração, gestão profissional, sem reforma não há futuro", afirmou.

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