O Santos oficializou a contratação do versátil meia-atacante Murilo Zuccolotto, de 16 anos, ex-Cruzeiro, com vínculo até agosto de 2029 para o time Sub-17; o registro no BID atrasou devido ao recente transferban do clube. Em paralelo ao investimento na base, o Peixe reforçou o elenco profissional com veteranos como Coutinho, Arthur e Rodinei, em uma estratégia de emergência avaliada pelo dirigente Alexandre Mattos para afastar o risco de rebaixamento e elevar a competitividade da equipe.
O Santos oficializou a contratação do meia-atacante Murilo Lourenço Zuccolotto para integrar a categoria Sub-17. O novo vínculo do atleta já está registrado no Boletim Informativo Diário (BID) da CBF e possui validade até 31 de agosto de 2029.
Aos 16 anos, o jogador chamou a atenção pelo desempenho no Cruzeiro, equipe que defendia desde a temporada passada. Dentro de campo, ele apresenta versatilidade tática, podendo atuar tanto nas duas pontas quanto na função de segundo volante.
Antes de sua passagem pelo futebol mineiro, o garoto vestiu as camisas do União Suzano e do Colorado Caieiras. O atleta, que completará 17 anos em março do próximo ano, já treinava no litoral paulista há alguns meses.
A demora para a regularização ocorreu por conta de um transferban imposto ao clube. Durante o período sem registro formal, o jovem manteve o ritmo de jogo disputando a Brasil Soccer Cup Sub-16, torneio extraoficial onde chegou a marcar gols.
Enquanto as categorias de base ganham novas peças, o elenco profissional também passou por mudanças importantes. A diretoria santista aproveitou a última janela de transferências, no meio da temporada, para buscar nomes experientes no mercado.
O objetivo do clube foi elevar o nível competitivo do grupo principal. Para isso, a equipe da Vila Belmiro confirmou as chegadas de jogadores consolidados, como os meias Coutinho, Arthur e Lima, o lateral Rodinei e o atacante Cebolinha.
O dirigente santista Alexandre Mattos comentou essas movimentações durante participação recente em um programa esportivo. Ele reconheceu a necessidade de ajustes internos e avaliou o mercado.
"Tem contratação que deu certo, tem contratação que não deu certo. Acho que a janela, quando eu cheguei, já no meio da janela do ano, era uma tática de guerra para o Santos não cair, a situação era delicadíssima", declarou ao "Papo de Craque", da TMC.