Marrocos busca terminar grupo em primeiro lugar à frente do Brasil

22 jun 2026 - 14h28

Marrocos buscará não apenas ‌a vitória, mas também gols contra o Haiti, já eliminado, em Atlanta na quarta-feira, visando terminar na liderança do seu grupo na Copa do Mundo, à frente do Brasil.

Seria um grande sucesso para os norte-africanos, que somam quatro pontos nas duas primeiras partidas ⁠do Grupo C e causaram boa impressão ao colocar o Brasil ‌na defensiva no empate na estreia do torneio, disputado no Canadá, México e Estados Unidos.

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Marrocos, que depois derrotou a Escócia em ‌Boston na sexta-feira, retomou de onde ‌havia parado na última Copa do Mundo, no Catar, onde ⁠se tornou o primeiro país africano e árabe a chegar às semifinais.

O Brasil enfrentará a Escócia ao mesmo tempo, em Miami, e se tanto a seleção brasileira quanto o Marrocos vencerem suas últimas partidas da fase de grupos, a liderança do Grupo C ‌será decidida pelo saldo de gols.

A vitória por 3 a 0 dos ‌brasileiros sobre o Haiti, ⁠na sexta-feira, ⁠na Filadélfia, garante a eles um saldo de gols melhor do que o ⁠de Marrocos, cujo técnico, Mohamed ‌Ouahbi, afirmou que a ‌seleção caribenha representará um desafio difícil, apesar de sua eliminação precoce.

"Essa é a beleza da Copa do Mundo: todos os diferentes estilos de times que você enfrenta e precisa lidar", disse ⁠ele.

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Mas, se quiserem tirar a liderança do Brasil e assumir o primeiro lugar, o Marrocos terá que partir para o ataque total.

O vencedor do Grupo C enfrenta o segundo colocado do Grupo F, e o segundo colocado ‌do Grupo C enfrenta o primeiro colocado do Grupo F, onde Holanda, Japão e Suécia estão na disputa.

Um confronto com a ⁠Holanda teria um significado especial para os marroquinos, que contam com uma grande comunidade de imigrantes no país e três jogadores nascidos na Holanda em seu elenco.

O Haiti foi a primeira seleção eliminada do torneio ampliado para 48 equipes, após perder para a Escócia e, em seguida, para o Brasil, mas prometeu que não haveria queda na intensidade de sua equipe.

Mais de meio século depois de sua última participação na Copa do Mundo, em 1974, o técnico Sébastien Migné afirmou que seria impensável tratar sua última partida como um jogo sem importância.

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"Temos o direito de desconsiderar uma partida? Obviamente que não", disse Migné.

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