Um possível problema para a realização do UFC Casa Branca, marcado para este domingo (14), foi superado nesta sexta-feira (12). Uma tentativa de barrar o evento na Justiça dos Estados Unidos foi negada por um tribunal, segundo informação publicada pelo site MMAFighting.
De acordo com o portal, um tribunal federal negou um pedido feito nesta semana pelo veterano de guerra Paul Romano e a ativista Susan Douglas para que impedisse a realização do card, alegando 'possíveis danos ao patrimônio público' e a 'cessão de propriedade pública para eventos de ordem privada', esta que seria ilegal segundo as leis americanas, além de demais preocupações com a presença do octógono no local.
Na decisão que negou o recurso, o juiz Amit Mehta discordou da ação por, em sua justificativa, 'não ver' no pedido que a realização do UFC Casa Branca 'cause algum tipo de dano à propriedade pública'. Além disto, também citou o fato de que a ação fora movida poucos dias antes do card acontecer para não dar provimento ao caso.
Neste quesito, o magistrado cita que a realização de um evento do UFC na residência oficial do presidente dos Estados Unidos 'já era de conhecimento público' há algum tempo, pelo menos desde 2025. E que toda a preparação para o evento já vinha sendo feita nas semanas anteriores à entrada do processo, como a instalação da 'Garra', uma das estruturas que serão parte do visual do card, ao qual alegaram que deveria haver autorização judicial para tal instalação.
Com a negativa judicial, por enquanto o UFC Casa Branca deverá seguir na programação para este final de semana, com uma entrevista coletiva marcada para esta sexta-feira (12) no Lincoln Memorial, um dos principais monumentos de Washington, e também onde será a pesagem cerimonial do card.