Crise entre Estêvão e Xabi Alonso pode afetar os cofres do Palmeiras; entenda

Clube pode deixar de faturar R$ 96 milhões caso o jogador não cumpra as metas contratuais e alcance bônus previstos com o clube londrino

30 set 2026 - 11h56
(atualizado às 11h56)
Resumo
A crise entre Estêvão e o técnico Xabi Alonso no Chelsea pode custar até R$ 96 milhões ao Palmeiras. Sem espaço no clube inglês, o atacante corre o risco de não atingir as metas contratuais, como atuar em 70 jogos em duas temporadas e vencer o prêmio Golden Boy, que renderiam bônus ao clube paulista, dono de 70% da negociação total de 61,5 milhões de euros. Diante dessa perda de minutagem do jovem brasileiro, o Barcelona já monitora a sua situação para uma eventual investida futura no mercado.
Estêvão perdeu espaço no Chelsea com a chegada de Xabi Alonso –
Estêvão perdeu espaço no Chelsea com a chegada de Xabi Alonso –
Foto: Divulgação / Chelsea / Jogada10

O Palmeiras pode deixar de receber R$ 96 milhões com uma crise envolvendo Estêvão e o técnico Xabi Alonso no Chelsea. Sem espaço no time inglês, desde o início da temporada, o jogador pode não cumprir algumas metas previstas em contrato e, assim, afetar diretamente o clube paulista no recebimento de bônus.

Estêvão foi negociado por 61,5 milhões de euros (R$ 361 milhões), com 45 milhões de euros (R$ 264 milhões) garantidos e outros 16,5 milhões de euros (R$ 96,9 milhões) condicionados ao cumprimento de objetivos. O Palmeiras tem direito a 70% do valor total da operação.

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A principal meta envolve a participação do atleta em 70 partidas pelo Chelsea durante duas temporadas. Porém, até o momento, o atleta tem 39 jogos com o clube. O acordo também prevê um objetivo relacionado ao prêmio Golden Boy, concedido ao melhor jogador com menos de 21 anos da temporada europeia.

Estêvão perdeu espaço no Chelsea com a chegada de Xabi Alonso –
Foto: Divulgação / Chelsea / Jogada10

Barcelona monitora o jogador

O Barcelona entrou no radar logo após o jornal catalão 'Sport' publicar que o clube acompanha a situação de Estêvão. O diretor esportivo Deco conhece o jogador desde os tempos de Palmeiras e mantém o brasileiro no campo de observação. Até o momento, porém, não existe proposta formal e muito menos uma negociação aberta, e o estafe do atleta não trabalha com uma saída imediata do Chelsea.

A janela de transferências europeia também pesa nesse cenário. O mercado de janeiro será a próxima oportunidade para uma mudança de clube durante a temporada, caso o interesse catalão avance para uma negociação.

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