Por questão econômica e de histórico recente, é de se pensar que os clubes de outros países preferem evitar possíveis confrontos com times brasileiros na Libertadores. Porém, esse não parece ser o caso do Lanús. Ao menos, na análise do presidente do clube, Nicolás Russo.
Em entrevista dada pelo dirigente para o canal do YouTube "Carnaval Stream", Russo foi direto ao dizer que preferia encarar qualquer equipe entre os brasileiros ao ter de jogar com o Boca Juniors.
A justificativa do temor de Nicolás Russo em jogar contra o compatriota argentino, em instâncias futuras, não teve maiores detalhes. Nesse sentido, o presidente do Lanús disse somente que a "imperativa necessidade de vencer" a competição era algo que ele preferia não ter de lidar:
"Não tenho problema em jogarmos contra Flamengo, Fluminense ou Palmeiras. Não quero jogar contra o Boca na Libertadores. O Boca tem uma necessidade imperiosa de ganhar a Copa e eu não quero jogar contra eles. Não vou entrar em detalhes."
Vale lembrar que, entre 2025 e o início de 2026, o Granate passou por uma série de confrontos contra times do Brasil onde foi muito bem-sucedido. Após vencer Vasco (fase de grupos) e tirar o Fluminense das quartas de final da Sul-Americana, no ano passado, o Lanús bateu o Atlético-MG na decisão continental. Além disso, pela Recopa, obteve um troféu inédito ao superar o Flamengo.
Entretanto, para a Libertadores deste ano, a lógica não se manteve contra o estreante Mirassol. No interior de São Paulo, a equipe argentina estreou pelo Grupo G perdendo para o Leão Caipira, por 1 a 0.
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