O Egito vivia um dia dos sonhos até os 35 minutos do segundo tempo em Atlanta. Depois de abrir 2 a 0 sobre a Argentina, os egípcios entraram na reta final de partida com uma boa vantagem para defender se classificar para as quartas de final pela primeira vez. Contudo, tudo desabou em 13 minutos, onde a Argentina marcou três vezes, virou para 3 a 2 e saiu com classificação.
Contudo, apesar de ter sofrido três gols em um espaço de tempo muito curto, o Egito entendeu que a arbitragem da partida teve um grande protagonismo no resultado ruim após os 90 minutos. Ainda com o placar em 1 a 0, o Egito teve um gol anulado de forma duvidosa, e além disso, houve uma grande reclamação de pênalti para os egípcios no lance que originou o terceiro gol argentino.
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Por isso, após o apito final, o técnico Hossam Hassan não mediu palavras para detonar a atuação do árbitro François Letexier, da França, na partida desta terça-feira. Segundo o treinador egípcio, o árbitro condicionou a virada para a Argentina e prejudicou o Egito.
"O que eu disse ao árbitro foi apenas que isso é injusto. Eu só estava dizendo que isso é injusto. Eu estava dizendo que talvez ele tivesse um placar em mente. Talvez ele tenha algo a esconder. Quem tem algo a esconder, às vezes falha em esconder o que está escondendo. Isso foi exatamente o que eu senti durante aquela conversa", disse Hassan, que emendou:
"Vou dizer o que penso independentemente das consequências. Esta foi claramente uma partida manipulada e o mundo inteiro viu isso. E quero dizer mais uma coisa, se eles querem tanto que eles (Argentina) vençam, por que chamam todo mundo para vir e participar? Não vou acompanhar nenhum jogo da Copa do Mundo a partir de hoje. Isso é um protesto contra a injustiça a que fomos submetidos hoje", disparou.
E no fim, sobrou até para Lionel Messi. Hossam Hassan também mencionou o craque da Argentina e afirmou que a Fifa quer o camisa 10 da Argentina campeão mais uma vez por conta de "marketing".
"Fomos melhores, mas o futebol é injusto. Talvez eles queiram manter o campeão mundial e Messi na Copa do Mundo por motivos de marketing", finalizou o técnico do Egito em protesto.
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