Infantino rebate críticas e defende Copa do Mundo: "Enquanto espalham ódio, nós unimos"

Gianni Infantino respondeu às críticas sobre a Copa do Mundo de 2026

27 jul 2026 - 14h37
(atualizado às 15h10)

Uma semana após o fim da Copa do Mundo de 2026, Gianni Infantino usou as redes sociais para defender o torneio e rebater as críticas. O presidente da FIFA classificou a competição como um sucesso e criticou quem, segundo ele, "espalhou ódio e falsos rumores".

Foto: Divulgação/ Fifa
Foto: Divulgação/ Fifa
Foto: Divulgação/ Fifa / RTI Esporte

Ao longo do texto, o dirigente destacou que o futebol voltou a demonstrar a sua capacidade de aproximar povos e culturas, defendendo que milhões de pessoas viveram o evento em ambiente de paz e celebração.

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Defesa da organização da FIFA

Infantino afirmou que a FIFA trabalhou para garantir um Mundial seguro nos Estados Unidos, México e Canadá. Segundo ele, o torneio reuniu milhões de torcedores de mais de 200 países sem registrar problemas relevantes de segurança.

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Infantino também fez questão de elogiar o trabalho das autoridades locais, das forças de segurança, dos voluntários e das cidades-sede, considerando que todos desempenharam um papel determinante para o sucesso do evento.

Resposta às principais polêmicas

Na publicação, Infantino também abordou algumas das principais controvérsias da Copa do Mundo. Entre elas, esteve a discussão em torno da concessão de vistos de entrada para torcedores e delegações, especialmente nos Estados Unidos.

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O presidente da FIFA defendeu que milhões de pessoas conseguiram viajar normalmente para acompanhar o torneio e afirmou que o foco excessivo nos poucos casos de recusa acabou por distorcer a realidade vivida durante a competição.

Infantino também comentou a anulação do cartão vermelho de Balogun. Sem citar o caso em detalhes, afirmou que revisões desse tipo fazem parte do futebol moderno e são comuns nas principais ligas do mundo.

"O futebol deve unir", realçou o líder da FIFA

Infantino também destacou o papel social do futebol. Segundo ele, a Copa do Mundo reuniu seleções de países afetados por conflitos e crises, mostrando que o esporte deve estar acima das diferenças políticas.

O dirigente citou a presença do Irã como exemplo do futebol como instrumento de aproximação entre os povos. Além disso, destacou que o Mundial deu visibilidade a países menos tradicionais no cenário internacional e inspirou milhões de jovens.

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Recado a quem fica "atrás de telas e teclados"

Infantino também rebateu as críticas à organização da Copa. Segundo ele, enquanto alguns "espalhavam críticas", a FIFA trabalhou para realizar o torneio e proporcionar momentos de felicidade aos torcedores. Ao final, defendeu o futebol como instrumento de aproximação entre os povos.

"Aos que gastam o seu tempo e a sua energia a nos odiar, peço que parem por um instante, reflitam e observem o que o futebol é capaz de proporcionar", escreveu.

A publicação de Infantino termina com uma mensagem de paz e de orgulho pelo trabalho desenvolvido durante a Copa do Mundo de 2026, reforçando a convicção de que o torneio representou, para a FIFA, uma celebração do esporte e da união entre diferentes culturas.

*André Freixo, enviado especial da Agência RTI Esporte, direto de Portugal

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