Horas antes de reabrir após quatro meses de reformas, o Estádio de Vallecas, do Rayo Vallecano, foi alvo de vandalismo. A tribuna de honra sofreu danos e pichações contra o presidente Raúl Martín Presa, evidenciando o atrito entre diretoria, torcida e a prefeitura de Madri. A gestão denunciou uma campanha de assédio e intimidação contra o dirigente. Apesar do ataque, o amistoso programado contra o Cagliari foi mantido, e a equipe espanhola acabou superada nos pênaltis.
O Estádio de Vallecas, casa do Rayo Vallecano, foi alvo de um ato de vandalismo na madrugada de sábado (3). O ataque aconteceu justamente horas antes do retorno do clube ao seu estádio, após mais de quatro meses longe do local por causa de obras.
O principal alvo foi a tribuna de honra. Assentos foram danificados, sujos de tinta e várias pichações apareceram no espaço, incluindo a frase "Presa, vete ya" ("Vá embora, Presa", em português), em referência ao presidente Raúl Martín Presa. O vandalismo ocorreu horas antes do Troféu de Vallecas, amistoso contra o Cagliari.
O episódio, inclusive, aumenta a tensão entre a direção do Rayo, parte da torcida e a prefeitura de Madri. O clube afirmou que o ataque faz parte de uma campanha de "assédio, extorsão e intimidação" contra Presa e sua família desde julho.
O Estádio de Vallecas é o centro de uma disputa com a prefeitura de Madri após uma auditoria apontar problemas de segurança, manutenção e condições das instalações. Por isso, o local chegou a ter a concessão suspensa. Posteriormente, após a realização de obras, as autoridades liberaram a reabertura.
Mesmo com o ataque, o Rayo manteve o Troféu de Vallecas. O clube enfrentou o Cagliari e perdeu nos pênaltis, depois de empate por 1 a 1 no tempo regulamentar.
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