Opinião: Brasil supera erros e retranca do Japão para vencer com emoção e sufoco

Com 2 x 1, Seleção Brasileira se classificou para as oitavas de final e agora espera o vencedor de Noruega x Costa do Marfim

29 jun 2026 - 16h48
Martinelli comemora gol contra o Japão
Martinelli comemora gol contra o Japão
Foto: Lars Baron/Getty Images

Foi na base da emoção, como diria o narrador Galvão Bueno no SBT. E haja coração até furar a retranca dos japoneses no segundo tempo. O Brasil venceu o Japão por 2 x 1 no sufoco, com direito a gol nos acréscimos, para avançar para as oitavas de final da Copa 2026.

O Japão saiu na frente aos 29 minutos do primeiro tempo num erro de passe de Danilo no meio de campo que resultou em um belo chute de fora da área de K. Sano, pegando a defesa brasileira completamente aberta e Casemiro atrasado na disputa direta com o volante japonês.

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Mas no começo do segundo tempo Casemiro se redimiu e cabeceou aos 11 minutos para empatar o jogo, arrancando um grito de gol entalado da torcida brasileira. Alívio, mas vivendo clima de apreensão até o segundo gol, que só saiu nos acréscimos, nos pés de Gabriel Martinelli, que entrou no segundo tempo na vaga de Matheus Cunha e ‘se consagrou’ aproveitando um belo passe de Bruno Guimarães.

Um grito sufocante e de emoção pela vitória e classificação para as oitavas de final. A próxima partida deverá ser contra a Noruega de Haaland no domingo, 5 de julho, às 17h. Dá menos medo do que o fechado Japão, mas a Seleção precisa mostrar essa garra e vontade que pintou somente no segundo tempo desde o primeiro minuto do próximo jogo. Se quiser o Hexa, tem que comer a bola com vontade nos dois tempos.

E Neymar? Ancelotti, em entrevista após o jogo, disse que colocaria o atacante na prorrogação contra o Japão. Seria ele o salvador da pátria, caso fizesse o gol da classificação. Mas o Brasil tem Gabriel Martinelli, o grande salvador desse jogo.

Outra boa 'novidade' foi Endrick, que entrou no intervalo no lugar do lesionado Lucas Paquetá. Mostrou que ganhou de vez a confiança de Ancelotti. E não sentiu o peso da responsabilidade. Deve crescer ainda mais até o fim desta Copa.

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Fonte: Portal Terra
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