Em entrevista, o diretor do Fluminense, Mário Bittencourt, esclareceu que não efetivar Marcão como técnico principal é uma decisão estratégica da gestão. Por conta de um acordo firmado em 2019, o profissional atua pontualmente em momentos de transição para garantir os objetivos do clube e manter a estabilidade interna. Marcão seguirá como peça de confiança da diretoria até 2026, embora a cúpula tricolor reconheça que ele possa seguir carreira solo futuramente.
Mário Bittencourt, diretor geral do Fluminense, concedeu uma entrevista ao podcast Corredor 5 nesta segunda-feira, 31. O ex-presidente da equipe carioca falou sobre a razão do técnico Marcão não ser efetivado como treinador principal.
"Nós fizemos um acordo na chegada, e é mantido pela gestão atual. Ele atua nos momentos em que a gente entende que precisamos fazer uma mexida no comando e que essa mexida, com a entrada do Marcão, vai fazer com que a gente chegue aos mesmos objetivos que se trouxermos outro. É uma decisão da gestão", explicou Mário.
Marcão assumiu o time das Laranjeiras no dia 12 de agosto, após a saída do argentino Luis Zubeldía. Ele fez sua estreia três dias mais tarde, na vitória por 3 a 2 sobre o Palmeiras, pela 23ª rodada do Brasileirão.
Depois do triunfo diante do Remo, novamente pela liga nacional, o técnico foi efetivado no clube apenas até o final da temporada de 2026.
"Acho que em algum momento ele vai ser chamado por outros clubes, e que ele fará esse voo solo. Mas fizemos esse acordo em 2019 de que ele começaria e terminaria a gestão comigo. Enquanto tiver um treinador no comando, quero que seja o cara da gestão, que acompanha e faz as avaliações para nós. É um decisão estratégica, de gestão", completou.
O Fluminense retorna aos gramados no próximo sábado, 5, às 21h (de Brasília), quando faz o clássico contra o Vasco. O confronto pela 26ª rodada do Campeonato Brasileiro acontece no Maracanã.