Vídeo: Venê Casagrande revela verdade sobre possível chegada de Luiz Henrique ao Flamengo 

8 ago 2026 - 18h07

O jornalista Venê Casagrande revelou detalhes da negociação entre Flamengo e Zenit por Luiz Henrique. Durante o programa SBT Sports, ele afirmou que o Rubro-Negro nunca esteve perto de contratar o atacante. 

Luiz Henrique atuando pelo Zenit (Foto: Reprodução/Instagram)
Luiz Henrique atuando pelo Zenit (Foto: Reprodução/Instagram)
Foto: Luiz Henrique atuando pelo Zenit ( Reprodução/Instagram) / Gávea News

"A informação que eu tenho: o Flamengo nunca esteve perto de contratar Luiz Henrique. O Flamengo nem sequer colocou no papel uma proposta oficial ao Zenit. O Flamengo em nenhum momento sonho com a possibilidade de inscrever Luiz Henrique hoje, pensando nas oitavas de final da Copa Libertadores da América", disse e continuou fazendo uma previsão: "Arrisco dizer que o Flamengo não irá contratar Luiz Henrique". 

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Venê Casagrande também desmentiu a informação que dava conta de Gonzalo Plata ser envolvido como moeda de troca para a negociação. 

"Teve gente dizendo que o Flamengo inseriu Gonzalo Plata na negociação e isso nunca aconteceu. Quem sugeriu isso foi o empresário do Luiz Henrique ao Zenit. Em nenhum momento partiu do Flamengo colocar o jogador ali na negociação, longe disso", disse. 

Por fim, o jornalista considerou o investimento de cerca de 204 milhões de reais para contratar Luiz Henrique era muito alto. Ele afirmou que direcionaria esse investimento para buscar um meia. 

"De verdade, investir 35 milhões de euros, que é o que o Zenit pede para vender Luiz Henrique, nesse momento, num ponta-direita… Hoje o Flamengo precisa investir 35 milhões de euros para contratar um meia, que era a situação do Thiago Almada", finalizou.

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De acordo com o site Globo Esporte, a negociação entre Flamengo e Zenit emperrou devido a divergências administrativas. O presidente Luiz Eduardo Baptista travou o negócio pois a oferta que o diretor-executivo de futebol José Boto estava acima do teto de investimentos estabelecido pelo clube. O dirigente só poderia negociar valores que iam de 20 a 25 milhões de euros, cerca de 10 a 15 milhões de euros acima do pré-estabelecido. 

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