Lucas Paquetá marcou um dos gols do Flamengo no empate por 2 a 2 contra o Santos, pela 29ª rodada do Brasileirão. O meia teve bom aproveitamento nos passes e participou da criação ofensiva, mas oscilou em disputas individuais e dribles. O Rubro-Negro chegou a abrir dois gols de vantagem, porém a expulsão de Jorginho mudou o cenário do jogo, permitindo a reação do Santos com dois gols de pênalti de Neymar, o que impediu a vitória carioca na Vila Belmiro apesar do destaque individual de Paquetá.
Lucas Paquetá marcou um dos gols do Flamengo no empate por 2 a 2 com o Santos, nesta quinta-feira, na Vila Belmiro. Pela 29ª rodada do Campeonato Brasileiro, o meia participou da construção ofensiva e teve bom aproveitamento nos passes, mas oscilou nas ações individuais.
O camisa 11 teve bom aproveitamento nos passes, principalmente no campo adversário, e participou da construção ofensiva do Flamengo. O meia finalizou quatro vezes, acertou o alvo em duas oportunidades e marcou um gol, com 0,13 de xG e 0,37 de xGOT.
Os dados de finalização ajudam a contextualizar a produção ofensiva, mas não diminuem a importância do gol marcado. Lucas Paquetá conseguiu transformar uma de suas tentativas em gol, embora não tenha criado passes decisivos nem registrado assistências durante a partida.
Lucas Paquetá participa da construção ofensiva
A participação do meia também apareceu nas conduções de bola, com tentativas de avançar e conectar o meio-campo ao ataque. Nem todas essas ações, porém, resultaram em progressão significativa do jogador rubro-negro.
Lucas Paquetá alternou momentos de boa circulação com dificuldades para superar os adversários no um contra um. Nas disputas individuais, ele acertou um dos dois dribles tentados e venceu apenas dois dos oito duelos pelo chão.
Pelo alto, levou a melhor em duas de três disputas. Além disso, perdeu a posse de bola 14 vezes, um aspecto que contrasta com sua precisão nos passes. Os números foram totalizados pela plataforma Sofascore.
Expulsão muda o cenário do jogo
O contexto da partida mudou na segunda etapa, quando Jorginho foi expulso após uma longa revisão do VAR. Com um jogador a menos, o Flamengo perdeu capacidade de controlar o confronto e sofreu o empate com dois gols de Neymar, ambos em cobranças de pênalti.
Paquetá não conseguiu evitar a queda de rendimento coletivo na reta final. Embora tenha contribuído para a construção das jogadas e marcado um gol, sua participação não foi suficiente para ajudar o time a preservar a vantagem construída no início do confronto.
Gol foi o principal destaque individual
O gol foi o ponto alto da atuação de Lucas Paquetá na Vila Belmiro. O meia combinou boa precisão na distribuição com presença ofensiva, mas teve desempenho menos consistente nos duelos e nas tentativas de drible.
O empate, contudo, não pode ser explicado apenas pela atuação individual. O Flamengo abriu 2 a 0, mas a expulsão de Jorginho alterou o equilíbrio da partida e permitiu a reação santista. Lucas Paquetá deixou sua marca, mas o Rubro-Negro não conseguiu sustentar a vantagem até o apito final.