A Libertadores mostrou mais uma vez a sua face suja

A arbitragem foi de uma infelicidade total. Meteu a mão no Flamengo no empate em 1 a 1 em La Plata

30 abr 2026 - 20h33

A Libertadores mostrou mais uma vez a sua face suja. Voltou aos anos 1960, quando argentinos e uruguaios faziam a festa em cima dos juízes, no empate de 1 a 1 entre Estudiantes e Flamengo em La Plata. A arbitragem foi de uma infelicidade total. Deixou de expulsar argentinos em situações óbvias, foi coerente com a violência e não marcou um pênalti claro em Emerson Royal - uma vergonha. O chileno Juan Lara Luco, responsável pelo VAR ignorou de forma absurda a agressão de Tomas Palacios em Bruno Henrique. E ainda chamam esse troço de VARMengo…

Como era previsível, o Flamengo começou recuado, tentando, sem efeito, acertar contra-ataques. O Estudiantes tinha a bola, mas tinha dificuldade para criar, pois a área rubro-negra estava excessivamente povoada. Aos 20 minutos, o time carioca perdeu Arrascaeta, com contusão séria na clavícula que deve tirá-lo da C0pa. Samuel Lino, um fantasma cuja prioridade é errar, teve uma chance, mas chutou mal, e sequer notou que Bruno Henrique entrava livre. Aos 33, o mesmo Bruno Henrique fez jogada pessoal, e rolou para Luiz Araújo bater de esquerda, sem defesa para Muslera. A equipe argentina continuou com a bola, e problemas para assustar, cruzando bolas sem muita convicção. O Flamengo perdia bolas com freqüência na intermediária, e não aproveitava novas possibilidades de surpreender com velocidade no ataque. E o primeiro tempo terminou sem novidades.

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Flamengo arranca empate na Libertadores. Cadê o VAR?

O intervalo reservava a imaginação do torcedor em relação a Alexandre Medina, pois era de se esperar que o técnico tornasse o time mais ofensivo, tentando ampliar a pressão. Curiosamente, não ocorreram mudanças. Mas o Flamengo seguiu devolvendo a bola. Aos seis, Farias cabeceou livre, para fora. Num contra-ataque esporádico, Bruno Henrique, depois Luiz Araújo, no mesmo lance, despediçaram chances excepcionais. Logo na sequência, aos 11, Carrillo aproveitou o cruzamento e empatou, de peixinho: 1 a 1. Aos 16, Emerson Royal invadiu a área, foi calçado por Farias, e a arbitragem cometeu dois erros: não deu o pênalti e não expulsou o jogador argentino, que tomaria o segundo amarelo. Preferiu mostrar o vermelho para os dois treinadores. Vai entender… Aos 24, Plata substituiu Luiz Araújo.

Mas  a partida seguia indefinida. Logo depois, Tomas Palacios, que já recebera advertência, atingiu Bruno Henrique com violência, e o VAR sequer chamou. Não dá nem vontade de continuar assistindo, tal a desfaçatez dos caras. Os times realizaram novas trocas e o jogo não mudou. Nos acréscimos, Rossi praticou intervenção espetacular em finalização de Amondaraín. Fim de papo. Doas males, o menor.

Afinal, qual a razão do VAR no futebol?

Foto: Adriano Fontes / Flamengo - Legenda: Flamengo faz a corrente antes do empate com o Estudiantes, pela Libertadores / Jogada10

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