A situação do atacante Memphis Depay segue sem definição no Corinthians. Clube e jogador venceram outras barreiras contratuais nos últimos dias e caminham para um acerto de renovação de contrato. Contudo, o novo acordo do holandês com o time paulista ainda depende da avaliação da diretoria, que pediu prazo para analisar e revisar todas as cláusulas.
O pensamento do presidente Osmar Stabile é firmar um contrato que seja bom para todas as partes e não apenas para o jogador, conforme avaliação da atual diretoria sobre o contrato encerrado recentemente. O detalhe é que, internamente, o esperado era que o contrato fosse assinado pelo presidente do clube na última segunda-feira.
"Ele não está jogando ainda porque o contrato dele ainda não foi renovado, finalizado. Está bem avançado, mas é um contrato complexo, que envolve muitas questões. Existe uma dívida, questões comerciais, o contrato em si. E o Corinthians está com todo o cuidado para fazer um contrato seguro, juridicamente perfeito, para que essa possível permanência dele, que torço para que aconteça, possa ser com muita segurança para o clube", disse Marcelo Paz, executivo de futebol do Corinthians.
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Para o estafe do atacante, o acordo já está resolvido e não há nada mais que deva ser ajustado antes da assinatura do contrato. Contudo, o Corinthians ainda atua nos bastidores para viabilizar a parte financeira para cumprir o contrato. Vale lembrar que o maior temor do clube é aumentar a dívida com o atacante, que gira em torno dos R$ 42 milhões.
Memphis Depay quer seguir no Corinthians
O holandês não se vê fora do Corinthians neste ciclo. A intenção de Memphis sempre foi renovar com o clube para ficar, pelo menos, mais um ano. Além de estar adaptado ao futebol brasileiro, Memphis não recebeu qualquer proposta de um clube de destaque na Europa. As equipes que procuraram o jogador não despertaram interesse de Memphis.
Internamente, o estafe do jogador entende que, se o contrato com o Corinthians não for renovado, Memphis sofrerá uma queda técnica na carreira, com o risco de assinar contrato com um clube que não dispute uma grande liga e sem chances de lutar por título na próxima temporada. Desse modo, o grupo que comanda a carreira do jogador não quer correr o risco de atuar num mercado periférico do futebol.