Adeus! Atacante é liberado e vai deixar o Corinthians

20 ago 2026 - 10h54

O Corinthians acertou, na quarta-feira (19), a liberação de um atleta que estava envolvido em um impasse nos bastidores do clube. A decisão foi oficializada por meio de publicação no Boletim Informativo Diário (BID) da CBF e está diretamente relacionada à tentativa do Timão de solucionar a situação com o Movimento dos Clubes Formadores do Futebol Brasileiro (MCF).

Foto: Gávea News

O jogador em questão é Pedro Morelli, atacante de 16 anos que chegou ao Corinthians após passagem pelas categorias de base do Palmeiras. A situação do atleta se tornou um dos principais pontos da disputa entre o clube alvinegro e o movimento, que excluiu o Timão após uma denúncia envolvendo a transferência do jovem para o Parque São Jorge.

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Mesmo com a liberação de Pedro, o Corinthians ainda não foi reintegrado ao MCF. A expectativa no clube era de que a saída do atacante fosse suficiente para encaminhar o retorno, mas o movimento ainda não deu o aval necessário. Dessa forma, o impasse permanece, apesar da decisão tomada pelo Timão.

Em maio, Corinthians e Palmeiras chegaram a negociar uma solução para o caso. A proposta envolvia a divisão dos direitos econômicos de Pedro Morelli, mas a família do jogador teria que abrir mão dos 50% que possuía e repassá-los ao rival. A condição, porém, foi rejeitada, impedindo que o acordo fosse concluído.

Com a falta de consenso, os departamentos internos do Corinthians optaram pela liberação do atleta. Pedro já vinha perdendo espaço no elenco Sub-17, deixou de ser relacionado para partidas e, mais recentemente, também passou a não participar dos treinamentos no clube. A dispensa estava encaminhada desde a semana passada e aguardava apenas o aval do presidente Osmar Stabile.

O caso teve início em janeiro de 2025, quando o Corinthians foi excluído do MCF após uma denúncia do Palmeiras por um suposto aliciamento do atleta, que defendia o clube rival antes de se transferir para o Timão. O movimento estabelece normas de conduta para evitar a abordagem de jogadores entre 10 e 14 anos, período anterior ao vínculo federativo.

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