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Bruno PlayHard explica como a LOUD mantém a conexão com a Geração Z

A entrada na Kings League, por exemplo, busca capturar a atenção da Geração Z com um formato de futebol mais rápido e dinâmico

11 ago 2026 - 04h58
Bruno Playhard, CEO da LOUD
Bruno Playhard, CEO da LOUD
Foto: Terra

No primeiro episódio do programa "Dentro da Arena", apresentado por Ivan Martinho, o fundador e CEO da LOUD, Bruno PlayHard (Bruno PH), falou sobre os bastidores e o modelo de negócios da indústria de esportes eletrônicos, o eSports, setor que movimenta mais recursos financeiros do que o cinema e a música juntos. Bruno trouxe detalhes da trajetória da LOUD, que nasceu focada na construção prévia de audiência através da criação de conteúdo e narrativas no YouTube sobre jogadores de Free Fire — alcançando mais de um milhão de inscritos na primeira semana — para posteriormente estruturar seu ecossistema competitivo. 

Como a LOUD atrai a Geração Z?

A Geração Z busca comunidades onde seus interesses agreguem valor e onde os jovens se sintam ouvidos. A LOUD atende a essa demanda criando um ecossistema digital focado em valores compartilhados e na proximidade com os criadores de conteúdo.

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Bruno destaca que o público jovem é fluido e muda de atenção rapidamente. Para reter esse público, a empresa investe na venda de produtos físicos, como roupas e o tradicional cordão da marca, que funcionam como uma extensão do desejo de pertencimento dos fãs.

A estratégia inclui o uso de itens cosméticos dentro dos jogos. Quando os influenciadores da LOUD utilizam uma customização específica, os espectadores tendem a replicar o comportamento para se sentirem parte da comunidade.

Como funciona a receita dos times de eSports?

A principal fonte de renda das equipes provém de acordos comerciais e da venda de itens digitais dentro dos jogos, já que não há divisão de bilheteria ou cotas de transmissão televisiva.

As desenvolvedoras dos jogos, chamadas de publishers (como Riot e Valve), controlam os direitos de transmissão e as regras das competições. As partidas são exibidas em plataformas abertas, como YouTube, TikTok e Twitch.

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Para gerar receita escalável, a LOUD desenvolve itens cosméticos virtuais, como roupas e sprays digitais, em parceria com as publishers. A organização recebe um percentual sobre cada venda realizada globalmente, atingindo consumidores em países como China e Japão.

Qual a estrutura de treinamento dos jogadores?

Os atletas treinam diariamente em um centro de treinamento localizado em São Paulo, com suporte de psicólogos, fisioterapeutas, nutricionistas e analistas de dados.

A rotina presencial visa atingir o alto rendimento necessário para enfrentar equipes estrangeiras. Os jogos exigem habilidades específicas, variando entre modalidades como League of Legends, Counter-Strike e Free Fire.

O Free Fire ganhou destaque no Brasil devido à baixa barreira tecnológica, pois o jogo funciona em aparelhos celulares populares. O cenário permitiu que o país se tornasse uma potência mundial na modalidade.

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Por que a LOUD investiu no futebol da Kings League?

A entrada na Kings League veio com o objetivo de capturar a atenção da Geração Z com um formato de futebol mais rápido e dinâmico, disputado em campo reduzido com sete jogadores.

A LOUD criou uma entidade separada, denominada LOUD Esports Club, para administrar a operação no futebol. A estratégia atraiu patrocinadores tradicionais que não investiam diretamente em esportes eletrônicos.

Na primeira temporada da competição, a equipe terminou na última colocação da tabela, mas registrou a maior audiência do torneio. No campeonato seguinte, o time alcançou a fase semifinal.

Qual o impacto da figura do CEO nos negócios?

A presença digital do CEO aproxima a marca do público e facilita negociações comerciais, mas exige cautela para que declarações pessoais não prejudiquem a imagem corporativa da organização.

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Bruno, que acumula mais de 35 milhões de seguidores em seus perfis pessoais, atua simultaneamente como criador de conteúdo e executivo. Ele ressalta que a LOUD foi estruturada desde o início para não depender exclusivamente de sua imagem.

A separação entre a figura do fundador e a operação da empresa garante a sustentabilidade do negócio. A cultura organizacional prioriza a inspiração positiva da nova geração, colocando os valores da marca acima da performance esportiva a qualquer custo.

Texto gerado com ajuda de Inteligência Artificial e editado pelo nosso time de jornalistas.
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