Controlador atual da SAF, o associativo do Botafogo já estipulou um prazo para definir as questões societárias e a venda do futebol. O social pretende, então, resolver os imbróglios até meados de julho, época que marca o fim da Copa do Mundo e o intervalo do futebol brasileiro. A informação é do "Canal do TF".
No último fim de semana, o social deu um passo importante ao firmar um acordo de paz com a Eagle/Ares, empresa que detém 90% das ações do Botafogo, mesmo sem poder de voto em assembleias.
As duas partes concordaram com uma trégua na Justiça. Este movimento deve acelerar a revenda da SAF para a GDA Luma. O fundo especialista em "ativos podres" é o favorito para arrematar o futebol alvinegro. Em outras palavras, empresas que podem ser adquiridas por valores abaixo do mercado por conta de problemas financeiros. Mas com um alto potencial para reestruturação.
João Paulo Magalhães Lins, presidente do social, colocará a oferta da GDA Luma para votação do Conselho Deliberativo. Aprovada, ele só terá o trabalho de assiná-la.
O Botafogo também recebeu ofertas de John Textor, de um fundo de investimentos texano e de uma rede multiclubes pela compra da SAF. Mas a GDA esteve sempre à frente na concorrência.
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