FIA abre porta para 12ª equipe na F1, mas exige “oferta séria” da China

Presidente da FIA quer um novo fabricante chinês no grid da Fórmula 1

11 set 2026 - 11h42
Foto: David Davies / Getty Images

A FIA está aberta à entrada de uma 12ª equipe na Fórmula 1, mas não pretende ampliar o grid apenas para adicionar mais um participante. O presidente Mohammed Ben Sulayem afirmou que um eventual novo projeto precisaria ser liderado por um fabricante chinês, citando a necessidade de uma “oferta séria” para entrar no campeonato.

A entidade já realizou um processo de manifestação de interesse em 2023 para avaliar novos candidatos. Na ocasião, a Cadillac foi a única equipe aprovada e passou a integrar o grid em 2026, elevando o número de participantes para 11.

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Desde então, fabricantes chineses como a BYD passaram a ser apontados como possíveis interessados em desenvolver uma equipe própria. A empresa, porém, não teria interesse em comprar uma estrutura existente, como a Audi fez ao assumir o projeto da Sauber.

Por isso, uma eventual entrada da BYD ou de outro fabricante chinês dependeria da abertura de um novo processo pela FIA. Ben Sulayem afirmou que a entidade pode fazer isso, mas deixou claro que não considera necessário aumentar o grid a qualquer custo.

“Não precisamos de uma equipe, precisamos da equipe”, afirmou o presidente da FIA durante o New Economy Forum, em Madri.

A chegada de novos fabricantes foi um dos objetivos dos regulamentos técnicos que entraram em vigor em 2026. A nova geração de motores trouxe maior participação elétrica, combustível sustentável e a retirada do MGU-H, mudanças que ajudaram a atrair a Audi e contribuíram para a permanência da Honda na categoria.

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Para Ben Sulayem, a presença de um fabricante chinês seria o próximo passo para ampliar a representação da indústria automotiva na Fórmula 1.

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