Yuki Tsunoda admitiu que estava “morrendo de vontade” de voltar ao grid da Fórmula 1. Após passar a primeira metade da temporada de 2026 afastado das pistas, o japonês foi convocado pela Racing Bulls para o GP da Holanda depois que Liam Lawson foi cedido à equipe principal no lugar de Isack Hadjar, lesionado.
Com a promoção de Arvid Lindblad para a Racing Bulls ao lado de Lawson, Tsunoda foi relegado à função de piloto reserva da Red Bull. Isso permitiu ao piloto participar de quatro sessões de testes privadas, além de trabalhar no simulador da equipe austríaca. No entanto, ele ainda não possui experiência com carros do novo regulamento, introduzidos nesta temporada.
Sobre a sua convocação, Tsunoda afirmou ter sido algo totalmente inesperado, porém, ressaltou estar bastante calmo e ansioso para a sexta-feira, quando voltará às pistas.
“Era um momento que eu estava esperando”, declarou.
O japonês recebeu a oportunidade de retornar ao grid depois que Hadjar foi descartado devido a uma lesão no pulso. Lawson substituirá o francês na Red Bull, enquanto Tsunoda entra no lugar do neozelandês na Racing Bulls. Com isso, ele volta à equipe pela qual correu de 2021 até ser promovido à Red Bull após duas etapas da última temporada.
Em seu papel de piloto reserva, Tsunoda desempenha um papel de apoio limitado, acompanhando as sessões por meio de um monitor. Ainda assim, ele destacou que não é algo frustrante ou estressante, embora estar fora das pistas o fazia querer ainda mais voltar a pilotar.
Ele estava na praia com amigos quando recebeu a notícia e retornou ao Reino Unido para iniciar os preparativos para um possível retorno às corridas. O GP da Holanda marca a primeira aparição de Tsunoda em um fim de semana de corrida desde o GP de Abu Dhabi de 2025.