F1: Pirelli define compostos mais macios para os GPs de Miami e do Canadá

Pirelli seleciona pneus C3, C4 e C5 para o retorno da temporada. Provas nos EUA e no Canadá terão formato Sprint

13 abr 2026 - 13h25
Pirelli aposta na gama mais macia de pneus (C3, C4 e C5) para o retorno da F1 na América do Norte
Pirelli aposta na gama mais macia de pneus (C3, C4 e C5) para o retorno da F1 na América do Norte
Foto: Sona Maleterova / Mercedes AMG F1 Team

A Pirelli, fornecedora oficial de pneus da Fórmula 1, confirmou a seleção dos compostos mais macios de sua gama para as próximas duas etapas do Mundial: os Grandes Prêmios de Miami e do Canadá. Marcando o retorno da categoria após um hiato de um mês, motivado pelo cancelamento das corridas no Bahrein e na Arábia Saudita devido aos conflitos no Oriente Médio, os dois finais de semana ocorrerão no mês de maio e contarão com o formato Sprint, utilizando os compostos C3 (duro), C4 (médio) e C5 (macio).

A primeira prova em solo norte-americano da temporada será realizada entre os dias 1 e 3 de maio, em Miami. O circuito construído ao redor do estádio dos Dolphins é caracterizado por um asfalto muito liso, o que favorece o uso dos pneus mais aderentes da categoria. Embora o desgaste gerado pelas altas temperaturas da Flórida seja predominantemente térmico, a degradação se mostrou moderada na edição anterior, quando os mesmos compostos foram utilizados. Essa condição permitiu que os pilotos forçassem o ritmo de forma contínua na primeira parte da corrida, resultando em inúmeros duelos na pista.

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Na sequência, entre 22 e 24 de maio, a Fórmula 1 desembarca em Montreal para o GP do Canadá, onde a escolha pelos pneus mais macios também se justifica perfeitamente. O traçado canadense possui um asfalto pouco abrasivo e exige alta aderência mecânica para lidar com os pontos onde os carros sofrem bruscas desacelerações. No ano passado, a gama disponibilizada chegou a incluir o composto C6, mas as estratégias de corrida acabaram se voltando para duas paradas focadas no uso exclusivo de duros e médios. Desta vez, além do gerenciamento do desgaste do trio C3-C4-C5, as equipes precisarão lidar com a variável meteorológica, que ganha ainda mais relevância com o adiantamento do fim de semana da etapa canadense no calendário.

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