A Ferrari chega ao Grande Prêmio de São Paulo sob pressão após os conflitos internos que marcaram os últimos acontecimentos da equipe. O presidente John Elkann, que tem reforçado constantemente a importância da união dentro da escuderia, demonstrou irritação com o que viu e ouviu.
Diante do cenário, a equipe entende que não pode mais deixar nas mãos dos pilotos a responsabilidade de estabelecer as próprias regras de convivência e disputa. A avaliação é de que cada vitória ou pódio perdido em razão de desentendimentos internos aumenta ainda mais a pressão sobre a organização.
O chefe da equipe, Frédéric Vasseur, também estaria bastante irritado com a situação. A possibilidade de seguir imediatamente para o Brasil e disputar em Interlagos representa uma oportunidade de voltar as atenções para o desempenho na pista.
No entanto, um único fim de semana de corrida não será suficiente para resolver os problemas. A Ferrari ainda precisará esclarecer os episódios, alinhar as expectativas entre seus pilotos e obter garantias de que novos conflitos não comprometerão os resultados da equipe.