Reforma Tributária: o que muda para micro e pequenas empresas

Especialista aponta principais impactos dos novos tributos e como os sistemas de gestão podem auxiliar na transição

2 jan 2026 - 06h14
Resumo
A Reforma Tributária, que introduz novos tributos como IBS, CBS e IS a partir de 2026, exigirá adaptação de micro e pequenas empresas em cálculos fiscais e operações, com apoio crucial de sistemas de gestão para automatizar e simplificar a transição.
Foto: Freepik

A partir de 2026, micro e pequenas empresas iniciarão a fase mais sensível da Reforma Tributária, com a implementação dos novos tributos IBS, CBS e IS. Apesar da proximidade do início da transição, pesquisas apontam que mais de 70% dos pequenos empreendedores ainda não compreendem totalmente os impactos das mudanças no dia a dia do negócio, o que reforça a necessidade de informação clara e ferramentas que facilitem essa adaptação.

Para Gleiberson Bessa, COO da GestãoClick, o maior desafio será orientar esses empreendedores sobre o que muda na prática: “A Reforma Tributária vai muito além da troca de nomes de impostos. Ela modifica cálculos, processos de emissão e critérios de registro de operações. Sem organização e tecnologia, os riscos de inconsistências fiscais e retrabalho aumentam significativamente”, explica.

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O que muda na rotina dos pequenos negócios

Com a transição prevista para ocorrer até 2033, micro e pequenas empresas precisarão readequar operações para atender às novas regras de cálculo e emissão fiscal. Isso impactará diretamente como notas fiscais são geradas, como as alíquotas são aplicadas e como as operações são registradas internamente.

A adoção do IBS, da CBS e do IS exigirá controle mais rigoroso das informações, revisão de parâmetros tributários e atenção redobrada ao cumprimento dos prazos de adaptação. Na prática, isso representa a necessidade de mais precisão e padronização, especialmente em negócios que dependem de rotinas rápidas e operacionais para funcionar diariamente.

Sistemas de gestão assumem a complexidade das novas regras e as traduzem em processos automatizados, reduzindo falhas manuais. O ERP da GestãoClick, por exemplo, já começou a se preparar para atender a todas as novas mudanças da Reforma Tributária. À medida que novas diretrizes forem divulgadas pelo governo federal, o sistema será atualizado, garantindo conformidade sem exigir do empreendedor conhecimento técnico aprofundado. 

Para Bessa, esse é um diferencial crucial: “Nosso compromisso é permitir que o pequeno empresário continue focado na operação, enquanto o ERP cuida da parte mais complexa da legislação”. Ao automatizar cálculos, atualizar parâmetros tributários e emitir documentos fiscais alinhados à nova legislação, o ERP reduz erros, economiza tempo e oferece mais segurança no período de adaptação.

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Para orientar micro e pequenas empresas de forma clara, prática e acessível durante todo o período de transição, a GestãoClick  estruturou uma trilha de conteúdos educativos, incluindo artigos, vídeos, materiais explicativos e um e-book aprofundado sobre o tema. Esses materiais respondem às principais dúvidas do mercado, detalham o cronograma da Reforma e mostram, na prática, como as mudanças devem ocorrer.

(*) Homework inspira transformação no mundo do trabalho, nos negócios, na sociedade. É criação da Compasso, agência de conteúdo e conexão.

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