Ibovespa renova máximas, mas queda de Petrobras adia marca inédita dos 200 mil pontos

14 abr 2026 - 17h11

‌O Ibovespa renovou recordes nesta terça-feira, ultrapassando os 199 mil pontos pela primeira vez na máxima do ⁠dia, em meio a ‌um cenário externo favorável a ativos de ‌risco, após sinais ‌dos Estados Unidos ⁠e do Irã indicando espaço para a continuidade das negociações. 

A queda do petróleo com as perspectivas de ‌alívio no conflito, porém, ‌reverberou nos ⁠papéis ⁠da Petrobras, adiando o rompimento da ⁠marca ‌inédita dos ‌200 mil pontos - embora o patamar de 199 mil pontos tenha sido ⁠superado pela primeira vez na máxima do pregão. 

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Índice de referência do mercado ‌acionário brasileiro, o Ibovespa avançou 0,39%, a 198.773,41 pontos, ⁠nova máxima de fechamento, segundo dados preliminares. No melhor momento, chegou a 199.354,81 pontos. Na mínima do dia, marcou 198.001,48 pontos. 

O volume financeiro no pregão somava R$29,59 bilhões antes dos ajustes finais.

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