Resumo
Em um dia de forte queda superior a 15% no Ibovespa após a reeleição de Lula, as empresas exportadoras se destacaram em alta na B3, impulsionadas pelo salto de mais de 10% do dólar. Às 11h, a Suzano liderava os ganhos avançando cerca de 10%, favorecida pelo impacto cambial positivo em seus resultados. Outras companhias com forte atuação internacional também operavam no campo positivo, incluindo Vale, com alta de 6,6%, Embraer, com 5,85%, Klabin, subindo 2,7%, e Gerdau, que avançava 2,5%.
Em um dia de forte queda superior a 15% no Ibovespa após a reeleição de Lula, as empresas exportadoras se destacaram em alta na B3, impulsionadas pelo salto de mais de 10% do dólar. Às 11h, a Suzano liderava os ganhos avançando cerca de 10%, favorecida pelo impacto cambial positivo em seus resultados. Outras companhias com forte atuação internacional também operavam no campo positivo, incluindo Vale, com alta de 6,6%, Embraer, com 5,85%, Klabin, subindo 2,7%, e Gerdau, que avançava 2,5%.
Ações de empresas exportadoras eram alguns dos poucos papeis na bolsa de valores de São Paulo a avançar nesta segunda-feira, em meio a um derretimento de mais de 15% do índice Ibovespa, ganhando tração com a alta de mais de 10% do dólar ante o real.
Às 11h, Suzano, maior empresa de celulose de eucalipto do mundo e uma das maiores exportadoras do Brasil, liderava a alta do Ibovespa, avançando cerca de 10%. A valorização do dólar ajuda nos resultados da companhia quando convertidos em real.
A rival Klabin tinha ganho de 2,7%. Enquanto isso, Vale mostrava alta de 6,6%, Embraer subia 5,85% e Gerdau, que obtém boa parte de seus resultados de suas operações nos Estados Unidos, subia 2,5%.