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Escola em Itu propõe ensinar inteligência artificial a partir de problemas reais das empresas

HDI School terá formação voltada a gestores e empresas, com atividades práticas para desenvolver soluções aplicadas à rotina de trabalho

4 nov 2026 - 16h26
Resumo
Prevista para novembro em Itu, a HDI School ensinará inteligência artificial aplicada a desafios corporativos reais, como tarefas manuais e integração de sistemas. Criada por João Ferrari e Alfredo Tavares, a instituição atenderá tanto gestores quanto empresas por meio de turmas reduzidas, aulas práticas que dispensam programação e foco na resolução direta de problemas de trabalho, capacitando os alunos a implementar soluções viáveis e mensuráveis para seus negócios locais.
Escola em Itu propõe ensinar inteligência artificial a partir de problemas reais das empresas
Escola em Itu propõe ensinar inteligência artificial a partir de problemas reais das empresas
Foto: The Music Journal

Itu vai receber uma escola de inteligência artificial voltada à aplicação da tecnologia no ambiente profissional. A HDI School, dos sócios João Ferrari e Alfredo Tavares, tem abertura prevista para novembro e propõe levar para a sala de aula desafios enfrentados por gestores e empresas, como sistemas que não se comunicam e processos que exigem trabalho manual.

A escolha do município combina a ligação dos fundadores com a cidade e a presença de empresas na região. "Itu é nossa cidade natal. Além disso, reúne uma grande concentração, em seu entorno, de empresas em crescimento", afirma Ferrari.

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Segundo ele, a proposta é aproximar os negócios locais de experiências de uso da inteligência artificial em operações de maior porte. "Notamos que a educação faz parte da revolução da utilização da IA nas empresas", diz.

Foto: Divulgação / The Music Journal

A escola terá duas frentes. Uma será destinada a gestores e profissionais que buscam solucionar problemas dos próprios departamentos. A outra atenderá empresas interessadas em incorporar agentes de inteligência artificial aos seus processos, com metodologia, ferramentas e acompanhamento.

"Para as pessoas que querem resolver problemas dos seus departamentos e potencializar sua performance, vamos ensinar na prática e criar soluções junto com elas", explica Tavares.

De acordo com a instituição, a formação para profissionais terá 24 horas, turmas de até 16 alunos e atividades que dispensam programação. As aulas serão conduzidas pelos próprios sócios, que também atuam na implantação de projetos de inteligência artificial em empresas.

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Foto: Divulgação / The Music Journal

Entre os desafios que poderão ser trabalhados estão a integração de informações distribuídas em diferentes sistemas, a redução de tarefas repetitivas e a melhoria de processos administrativos. A definição do projeto de cada participante começará em uma entrevista, na qual serão identificados o problema e o objetivo pretendido.

A proposta da escola é que o aluno conclua a formação com uma solução aplicada ao trabalho. Segundo a instituição, o certificado deverá registrar o que foi desenvolvido e o resultado medido.

Para Ferrari, a proximidade com quem já trabalha na implantação da tecnologia é parte central do modelo presencial. A intenção é transformar demandas apresentadas pelos participantes em atividades práticas, conectando o aprendizado às necessidades das empresas da região.

The Music Journal Brazil
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