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Dólar opera perto da estabilidade ante real após ata do Copom e IPCA de julho

11 ago 2026 - 09h19

O dólar operava perto da ‌estabilidade ante o real nos primeiros negócios desta terça-feira, enquanto investidores digeriam a ata da última reunião do Banco Central e avaliavam novos dados de inflação no Brasil.

Às 9h05, o dólar à vista caía 0,08%, a R$5,1068 na venda. Na véspera, o dólar ⁠à vista fechou o dia em alta de 0,52%, aos R$5,1107.

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Na ‌ata do Copom, divulgada mais cedo nesta terça, o Banco Central fez alertas sobre eventual disseminação de efeitos indiretos de choques ‌relacionados aos preços do petróleo e ‌a efeitos climáticos, o que demandaria "reação firme" da política monetária, ⁠demonstrando também preocupação com uma inflação pressionada pela demanda em meio a medidas de estímulo adotadas pelo governo.

Pouco depois, o IBGE informou que o IPCA teve variação positiva de 0,07% em julho, contra expectativa em pesquisa da Reuters de avanço de 0,03%. Em ‌12 meses, o índice passou a acumular alta de 4,44%, ficando ‌abaixo do teto da ⁠meta.

Os investidores nacionais ⁠aguardam ainda a divulgação às 11h pela Confederação Nacional do Transporte (CNT) de pesquisa ⁠com o cenário da disputa ‌para a Presidência.

Enquanto isso, ‌no exterior o dólar tinha pouca variação, conforme predominava o impasse entre Estados Unidos e Irã sobre um acordo de paz e a reabertura do Estreito de Ormuz, o que ⁠elevava os preços do petróleo.

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, respondeu na segunda-feira às condições apresentadas por Teerã para um acordo de paz com suas próprias exigências. Ele pediu que o Irã pague indenizações às pessoas ‌mortas em guerras, ataques e protestos, o que pode complicar os esforços para reabrir a importante via marítima.

Às 11h30, o Banco ⁠Central realiza leilão de 50.000 contratos de swap cambial para rolagem do vencimento de 1º de setembro.

Já as taxas dos DIs apresentavam leve alta nesta terça de manhã.

A taxa do DI (Depósito Interfinanceiro) para janeiro de 2028 estava em 13,845%, alta de 1 ponto-base ante o ajuste de 13,835% da sessão anterior. Na ponta longa da curva a termo, a taxa do DI para janeiro de 2035 avançava a 14,535%, alta de 2 pontos-base ante o ajuste de 14,520%. O contrato de curto prazo para janeiro de 2027 subia a 13,745%, de 13,740% no ajuste anterior.

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