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China pede a órgãos governamentais para mitigar perdas de empregos causadas pela IA

23 out 2026 - 10h11
Resumo
O Conselho de Estado da China emitiu diretrizes para conter o desemprego gerado pelo avanço da inteligência artificial. O governo determinou o monitoramento de riscos, planos de contingência e apoio à recolocação profissional com foco em capacitação. A iniciativa busca aproveitar o potencial da IA na criação de vagas de qualidade, além de combater o uso indevido de algoritmos no setor de recursos humanos, coibindo práticas ilegais como discriminação, fraudes e violações de privacidade.

O Conselho ‌de Estado da China pediu aos órgãos governamentais para mitigarem de forma eficaz as perdas de empregos causadas pelas aplicações de inteligência ⁠artificial, de acordo com diretrizes divulgadas ‌nesta sexta-feira sobre IA e emprego.

As autoridades devem aprimorar seus ‌sistemas de monitoramento dos ‌riscos ao emprego associados à ⁠IA e desenvolver planos de contingência para lidar com tais riscos, afirmam as diretrizes.

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O governo deve oferecer apoio à transição profissional e ‌à reinserção no mercado de trabalho ‌no que ⁠diz ⁠respeito a projetos de IA que possam causar ⁠perturbações ‌significativas no mercado ‌de trabalho, afirmam as diretrizes.

As diretrizes pedem que se potencializem os efeitos positivos da IA sobre ⁠o emprego, como a criação de novas oportunidades de trabalho e a melhoria da qualidade do trabalho.

O governo ‌deve oferecer orientação profissional direcionada, treinamento de habilidades e recomendações de ⁠emprego aos trabalhadores deslocados pela IA, de acordo com as diretrizes.

As diretrizes também pedem a regulamentação da aplicação da IA na gestão de recursos humanos e o combate a práticas ilegais decorrentes do uso indevido de algoritmos, como discriminação, recrutamento fraudulento e violação de privacidade.

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