A espera acabou, minha gente! Nesta terça-feira (26), a 13ª temporada do "MasterChef Brasil" finalmente estreou na Band e entregou exatamente o que a gente gosta: climão, gente de personalidade forte, pressão psicológica no talo e uma vontade nítida de sacudir a poeira de um formato que já vinha cansando o público!
Inspirada no clima de Copa do Mundo, a estreia enfiou o pé no acelerador com fases de grupo, mata-mata culinário, "pênaltis" e eliminações em massa para devolver aquela sensação de urgência que o reality tinha perdido. E olha... funcionou, pelo menos em partes. O primeiro episódio colocou o X (o eterno Twitter) abaixo, dividindo opiniões entre escolhas geniais e alguns vacilos da produção.
O Purepeople assistiu a tudo e separou os principais acertos e erros dessa estreia barulhenta. Vamos aos fatos!
Os acertos
1. Elenco forte, espontâneo e cheio de personalidade
Se tinha uma preocupação depois da temporada passada, era saber se o programa conseguiria repetir um elenco tão espontâneo e disposto ao conflito. E, pelo menos na estreia, conseguiu!
Nos primeiros minutos do episódio, o público já viu participantes se atravessando, trocando pequenas alfinetadas e até encarando os jurados sem tanto receio. A sensação foi de uma cozinha mais "viva", menos engessada e com concorrentes que parecem entender o peso televisivo do reality. Ufa!
Enquanto isso, outros cozinheiros chamaram atenção por perfis muito distintos - de bombeira a estilista, de influenciadores a estudantes, e até g...
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