Após apanhar em barbearia, ex-BBB Pedro passará por médicos

Poucos dias após sair da clínica psiquiátrica, o ex-BBB Pedro apanhou em uma barbearia e precisar passar por médicos para avaliação

29 mar 2026 - 13h06

Após a repercussão de uma briga em uma barbearia de Curitiba, no Paraná, o ex-participante do Big Brother Brasil Pedro Espíndola pode retornar a uma clínica psiquiátrica na segunda-feira (30). Segundo sua defesa, ele será submetido a uma nova avaliação médica para definir os próximos passos. O caso ganhou grande visibilidade nas redes sociais após a circulação de vídeos do episódio, levantando questionamentos sobre o que de fato aconteceu.

Após apanhar em barbearia, ex
Após apanhar em barbearia, ex
Foto: BBB Pedro passará por médicos / Mais Novela

Inicialmente, a equipe jurídica do ex-BBB afirmou ter confiado nas informações fornecidas por familiares, que negaram sua presença nas imagens. Em comunicado, a advogada Niva Castro destacou: "A defesa técnica de Pedro Henrique Espíndola vem a público não para alimentar narrativas oportunistas, tampouco para se submeter ao tribunal da internet". Ainda segundo a nota, a postura adotada foi baseada na confiança no cliente e em dados apresentados naquele momento.

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Versão da defesa sobre o episódio

Com o avanço das investigações, a defesa reconheceu a presença de Pedro Espíndola no local, mas apresentou uma versão distinta dos fatos. De acordo com o posicionamento oficial, "não houve conflito, houve agressão", sustentando que o ex-BBB teria sido alvo de um ataque coletivo após ser abordado de forma hostil por um indivíduo que o acusou de ser um "abusador". A nota afirma ainda que ele tentou evitar a situação e agiu em "tentativa de autopreservação".

O comunicado também critica a repercussão do caso, classificando a cobertura como irresponsável e prejudicial. Para a defesa, "isso não é liberdade de expressão, isso é irresponsabilidade com consequências reais", apontando que a exposição teria agravado o estado de saúde mental do ex-BBB. Ao final, os advogados reforçam que medidas legais já foram adotadas e que irão até as últimas consequências, ressaltando que "a tentativa de transformar agressão em justificativa, vítima em culpado" não será aceita.

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