Três Graças: Bagdá vive romance com personagem improvável, leva tiro e desmaia

Bagdá vai ser baleado e terá o socorro de personagem inesperada com quem vive romance em Três Graças

12 jan 2026 - 21h15

Paulinho (Romulo Estrela), Juquinha (Gabriela Medvedovsky) e o delegado Jairo (André Mattos) irão até o ferro-velho de Joaquim (Marcos Palmeira) para procurar evidências sobre a estátua que foi roubada da mansão de Arminda (Grazi Massafera) em Três Graças.

Bagdá (Xamã) de Três Graças (Reprodução/TV Globo)
Bagdá (Xamã) de Três Graças (Reprodução/TV Globo)
Foto: Contigo

Bagdá (Xamã) saberá da presença das autoridades e uma troca de tiros acontecerá. O chefão da Chacrinha será baleado, sendo socorrido por Consuelo (Viviane Araújo). A ex de Misael (Belo) usará um pano para tentar controlar o sangue do ferimento do traficante.

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SOCORRO

Preocupado com a possibilidade dos policiais aparecerem, Bagdá irá até a galeria de Kasper (Miguel Falabella) e João Rubens (Samuel de Assis). No momento da história, Lucélia (Daphne Bozaski) estará vivendo um romance quente e proibido com a vilã.

O bandido desmaiará na frente da pilantra, que o socorrerá e o manterá escondido dos donos da casa, de Lorena (Alanis Guillen), que terá sido expulsa de casa por Ferette (Murilo Benício) após o empresário corrupto saber do romance da herdeira com Juquinha, informou o Notícias da TV.

XAMÃ FALA SOBRE O BAGDÁ DE TRÊS GRAÇAS

Entrevistado pelo Estrelando, Xamã falou sobre o Bagdá de Três Graças. "É um personagem parecido com muitos amigos meus que às vezes não conseguiram ir para o lado da música, ou foram vítimas da violência do Estado, do descaso, ou acabaram presos", declarou o famoso.

"Essas oportunidades vão sumindo, sacou? Acho que é um espaço em que a gente consegue contar um pouco da nossa história também, pegar um pouquinho das coisas que eu vivi aqui no Rio de Janeiro e emprestar meu corpo para esse personagem lá de São Paulo", destacou o cantor.

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COLEGAS

"Estou muito feliz com o núcleo que a gente criou, a galera lá do Bagdá, os moscapangas. O bacana é a nossa construção, as camadas com as pessoas. A gente troca bastante. É um tom acima da realidade, mas a gente tem esses problemas sociais. Todo mundo que já teve contato com a quebrada empresta um pouco das suas histórias para a composição. Está sendo 'daora' demais", finalizou Xamã.

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