A trama de Três Graças, a novela das nove da Globo escrita por Aguinaldo Silva, está prestes a atingir seu ápice de tensão. Arminda (Grazi Massafera), a vilã que não mede esforços para manter sua posição de poder, será finalmente colocada contra a parede. Em uma sequência de tirar o fôlego, a "dona Cobra" será obrigada a confessar um de seus crimes mais sórdidos, deixando o público e os personagens ao seu redor em estado de choque.
O que ela vai admitir?
Desde o início da novela, Arminda tem se mostrado uma estrategista implacável, manipulando todos ao seu redor, inclusive seu cúmplice e amante Ferette (Murilo Benício). No entanto, a sorte da madame parece ter acabado. Após uma série de deslizes e a pressão crescente de figuras como Rogério e o delegado Jairo, a vilã se verá sem saída.
O momento da confissão ocorre após um embate feroz. Arminda, que já carregava a culpa (mesmo que sem remorso) pela morte de Célio (Otávio Müller) e pelo recente assassinato por engano de Edilberto (Julio Rocha), é encurralada por provas que não pode mais ignorar.
Um dos pontos altos desta reviravolta envolve o passado de Arminda na Europa. Pressionada por Rogério, que descobre a verdade sobre a origem de Raul (Paulo Mendes), a vilã revela que nunca amou o marido e que sua gravidez original foi apenas um golpe para garantir a herança da família.
Filho nasceu sem vida?
Com uma frieza que beira a psicopatia, Arminda confessa que seu filho biológico, Henrique, nasceu morto em Paris. Para não perder o controle sobre a fortuna, ela comprou Raul de Samira (Fernanda Vasconcellos), que na época trabalhava como garçonete e aceitou vender a criança em troca de euros. "Ele nasceu morto, mas nasceu em Paris!", debochará a vilã, reafirmando sua natureza cruel.
A bandida da trama das nove confessará ter comprado um bebê vendido por Samira, que na época era uma garçonete. "Me entregou o filho dela em troca de uns parcos euros", admitirá a megera.