Maria do Socorro finalmente recupera os sentidos, e a febre que a consumia nos últimos dias cedeu completamente. O alívio é grande, e todos ao seu redor respiram com menos preocupação. Paola, vendo que a situação exige ação, decide quebrar o resguardo e assumir o comando da fábrica de macarrão, mostrando determinação e coragem diante dos desafios.
Enquanto isso, Mariana e Leonora retornam da fazenda e, ao chegarem, não perdem tempo em avisar Rosana sobre a boa notícia: Maria do Socorro deu à luz um menino saudável. A alegria da família contrasta com a grave situação da cidade, que ainda enfrenta os efeitos devastadores da peste bubônica, doença que continua fazendo muitas vítimas. Em resposta à epidemia e à necessidade de pesquisas, o governo decide criar o Instituto Butantã, na esperança de controlar e prevenir novos surtos.
Com a melhora de sua saúde, Maria do Socorro se levanta, se arruma com cuidado e se prepara para o batizado do filho, momento de emoção e celebração para todos. Nesse mesmo período, Bartolo chega a São Paulo com a intenção de encontrar Leonora, trazendo consigo sentimentos mistos de expectativa e ansiedade.
Amadeu, por sua vez, conversa com Matteo e revela que, em breve, pretende dissolver a sociedade entre eles. A notícia deixa Matteo pensativo, percebendo que mudanças importantes estão a caminho. Toninho, atento aos planos de Amadeu, aconselha Hortência a não aceitar a proposta do empresário, que deseja vender os armazéns da família para investir na construção de pequenos sobrados, um projeto arriscado e incerto.
Enquanto isso, o doutor Heriberto, preocupado com a justiça e o bem-estar da comunidade, ordena a soltura de Januário, mas mantém uma ponta de desconfiança em relação a Toninho, sem deixar de observar atentamente seus passos. Entre essas tensões, um momento de celebração surge: Gumercindo convida Bartolo e Leonora para serem padrinhos de seu filho, gesto que fortalece os laços familiares e traz esperança em meio às dificuldades que todos enfrentam.